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Lindamente, tem sido um excelente cesto para a roupa suja.

 

Agora a sério: não experimentamos. O primeiro banho foi no hospital, numa banheira tradicional, com a ajuda de uma enfermeira. Monstrinho chorou que meteu dó. Chorou ele, chorei eu, e a coisa foi de tal forma traumática que, chegados a casa, tremia só de pensar que seria necessário dar lhe banho novamente. Não vou mentir: ponderei criar o novo Cascão e não lhe dar banho nunca mais.

 

 

Cheios de medo, não estávamos dispostos a fazer mais experiências, por isso incumbi o pai da tarefa de ir ao ikea comprar uma banheira básica apenas para as primeiras vezes. Logo passaríamos à shantala quando estivéssemos mais à vontade. 

 

 

Passou se o primeiro banho, e o segundo, e o terceiro, e tantos que já lhes perdemos a conta. Bebé adora tomar banho, é um consolo ver. Colocávamos a banheira em cima da nossa cama e depois vestíamo-lo lá. A coisa correu bem, e estávamos quase no ponto de experimentar a shantala, mas por um motivo ou outro fomos adiando. Entretanto as nossas costas começaram a ressentir-se deste esquema de banhos. 

 

 

Pesquisei suportes de banheira que fossem compatíveis com a do ikea e não encontrei. Começamos a testar a hipótese de colocar a banheira em cima do banco e vesti-lo no trocador. O banho em si continuou a ser doloroso para a coluna, mas vestir já não era tão mau. E um belo dia, descobri a pólvora: a banheira do ikea encaixa na cama de grades!! Ma-ra-vi-lha. Acabaram se as dores nas costas, acabou se o tormento do banho. 

 

 

E a shantala, onde entra aqui, perguntam vocês? 

 

 

Pois que experimentar a shantala implica voltar às dores de costas, já que não temos suporte para o balde... Tenho alguma vergonha de dizer, mas acho que nos acobardamos!

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2 Meses depois: o bebé

por Mia, em 04.10.17

Tão cliché mas tão verdade: passou a voar.

 

De repente, o bebé tem dois meses e já não é um recém nascido. É um simpático bem disposto (na maioria dos dias). Ri-se imenso, e uma vez juro que dobrou o riso, apesar de ninguém acreditar em mim. Espalha charme por onde passa com o seu sorriso fácil, basta alguém sorrir para ele que recebe logo um de volta. Já vira a cabeça em direcção aos sons. Interessa-se mais pelos brinquedos, apesar de ainda não lhes tentar chegar com as mãos. Consegue ficar imenso tempo a olhar para os bonecos que lhe penduro em cima da cabeça e a "falar" com eles ou a sorrir. Já faz imensos sons: guinchinhos, gritinhos, uis e ais, e aquela espécie de riso que vem da garganta, é amoroso. Aprendeu também a fazer cuspe, e não só se baba imenso como ainda faz bolinhas, o glamour. Deita muito a língua de fora - já lhe disse que me respeite, que sou mae dele! Às vezes arrepia-se. Tivemos que trocar o berço de lado porque dormia sempre para a direita, e agora acho que a coisa já está mais equilibrada. Pesa quase 6kg e continua a engordar a olhos vistos. Já teve cólicas algumas vezes e não foi nada bonito. Ganhou pestanas - tantas e tão compridas! - e está cada dia mais loirinho, alguém adivinhava que eu, tão morena, havia de ter um filho assim tão clarinho?! Tem imensa força nas pernas e braços, o que nos obriga a toda uma outra logística na muda da fralda, para ele não se magoar com o impulso que dá nos pezinhos ou quando tenta atirar a cabeça para a frente. Segura muito bem a cabeça. Já dormiu mais de 6h seguidas por duas vezes, mas o mais normal são dois blocos nocturnos de 4 ou 5h + 3 ou 4h - e não estamos mal. Gosta mais de mim do que de qualquer outra pessoa - digo-o sem falsas modéstias porque se nota a milhas a diferença de expressão quando me aproximo, os sorrisos que faz quando lhe falo, ou simplesmente a forma como se acalma se estiver a chorar no colo de alguém e eu me chegar a ele. Adora que lhe cante, e se acompanhar de coreografia delira e fica meio histérico. Já reconhece o som da caixinha de música e adormece quase instantaneamente quando a ponho a tocar. Dorme com o seu cãozinho "bóbi", um doudou da Primark com nós nas pontas, que ele gosta de apertar para adormecer. Bolça e vomita com mais frequência do que seria expectável, apesar de aparentemente não haver uma causa clínica. Já teve que passar uma noite no hospital por causa disto, um susto a não repetir! Adora tomar banho e eu não vejo a hora de ele se sentar e brincar na banheira. Também gosta muito de andar de carro e de passear - vai sossegadinho a observar tudo, ou a dormir. Continua a ter o narizito entupido regularmente. Já foi ao brunch, jantar fora e ao supermercado com os pais. Está tão crescido que muita roupa já não lhe serve, e nem tivemos oportunidade de usar - vivendo e aprendendo. Já deixamos as chupetas de recém nascido e começou a usar as de "bebé crescido". Começa a passar mais tempo acordado durante o dia, e consequentemente mais exigente de atenção e mais "chatinho". Tem cada vez mais ar de menino malandro, apesar de ainda ser um bebé muito calminho. Adora que lhe digam que está bonito - pelo menos ri-se imenso com isso. A mamã diz-lhe todos os dias que o adora, e ele responde, invariavelmente, com um sorrisão - e todas as partes menos boas são imediatamente apagadas da memória.

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Monstrinho começa hoje a usar um novo tamanho de fraldas, tão crescido. A embalagem relembra a evolução das coisas: a seguir vêm as "activity", já não há mais tamanhos da linha "sensitive". "Activity" as in para bebes que se mexem, meu Deus, para onde foi o tempo, ainda há dias ele nasceu e não tarda anda aí aos saltos??

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O jogo das parecenças

por Mia, em 03.10.17

Começou tinha ele umas 2h de vida no máximo, e nunca mais parou. A conversa e sempre a mesma: é parecido com o pai. Sempre, de todas as vezes que o vêem, sempre as mesmas pessoas, sempre a mesma conversa já mete nojo. Vou mandando a boca do costume, que ele é parecido com o carteiro ou com o homem do gás, e sorrio, sorrio para não agredir ninguém, mas não está fácil.

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... começamos a tentar averiguar de onde vieram as lagartas e a resposta foi óbvia: da relva. Senão vejamos: foi colocada, há dois meses, relva em tapete em todo o terreno. Relva natural, pronta a usar. Relva essa que nos indicaram ser de excelente qualidade, enriquecida com os melhores adubos e livre de infestantes. Tudo muito bonito.

 

Entretanto aparecem as lagartas, exclusivamente nas zonas onde foi colocada a dita relva. Zonas do jardim onde não colocamos o tal tapete, não têm lagartas. Jardins da vizinhança? Também não. Mato atrás da casa? Nop.

Ora, dizeis vós: não é estranho que um terreno que durante anos nunca teve uma infestação agora esteja cheio de bicheza? De onde vieram? Não me venham dizer que as borboletas vieram cá pousar milhares de ovos e escolheram ignorar todos os relvados à volta...

 

Sucede que a empresa que colocou a relva diz que não. Nem pensar que a relva estivesse infestada, onde já se viu. Assumir responsabilidades nem pensar, já vos colocamos os tapetes, o nosso trabalho está feito. Mencionei que estamos a falar, para além do incómodo de ter uma infestação de lagartas, num valor de quatro dígitos gasto na puta da relva que em três dias ficou completamente queimada?! Pois.

 

E agora? Como é que se faz uma empresa assumir responsabilidades sobre esta cagada?!

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Help

por Mia, em 03.10.17

Quando vos falei aqui do drama das lagartas, estava longe de imaginar o que viria por aí. Estão a ver aquelas pragas dos filmes? O que se passa cá em casa faria Hollywood corar de vergonha. Em três dias, tínhamos milhares de lagartas. Não quero exagerar e dizer milhões, mas estarei a ser o mais verdadeira possível se vos disser que eram milhares. A coisa foi de tal ordem que toda a relva do jardim, em três dias, secou, completamente comida pelos bichos. Todo o deck em volta da casa estava inundado de lagartas, era impossível olhar para a relva seca sem ver lagartas a mexer, e até mesmo a piscina contava com uma camada de lagartas mortas, tanto à superfície como no fundo.

 

 

O verdadeiro inferno.

 

 

Tenho fobia a bichos, não sei se já aqui disse ou se o fiz notar. Chamamos o jardineiro e sulfatou-se o jardim todo. Respirei por um bocadinho, pensei que tinha acabado o pesadelo.

 

 

No dia seguinte, tudo igual.

 

 

Continuamos com lagartas aos milhares, começam já a abandonar a relva e a trepar muros e as paredes da casa, e aparentam ser mutantes e resistentes ao veneno. Estou a desesperar, e por mais que tente não consigo relaxar face a este problema. Começo, pela primeira vez, a ponderar vender a casa e voltar para um apartamento. Estou tão cansada que não consigo nem começar a encontrar palavras para descrever este sentimento. Era o que me faltava agora, mais as putas das lagartas.

 

Alguém desse lado sabe como acabar com isto? (atear fogo não vale)

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Não votei

por Mia, em 02.10.17

Por motivos de ter um pequeno demónio nos braços numa mistura de fome/birra, não consegui ir às urnas. Soa a desculpa de mau pagador mas é a mais pura verdade, podia estar aqui com floreados e esconder-me atrás da noite péssima e dos imensos problemas que temos tido mas o facto é apenas um: escolhi ficar em casa com o meu filho e dar-lhe colo, dar-lhe mama, acalmar-lhe a birra. A virose que anda por aí, e o facto de já termos passado pelo hospital esta semana, também contribuíram: não quis arriscar levá-lo a um sítio cheio de gente, mais ainda no estado em que estava. Obriguei o homem a ir, no entanto. E sinto-me mal por ter falhado uma votação, pela segunda vez na minha vida adulta (da outra não estava em Portugal). E vocês? Qual foi a vossa desculpa esfarrapada?

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Com o coração nas mãos

por Mia, em 02.10.17

Há dias que o monstrinho bolçava imenso. Apesar de ter a máquina sempre a bombar, babygrows e babetes começaram a escassear cá por casa de tantas vezes que trocávamos durante o dia, e, apesar de na última consulta me terem dito que era normal, não sentia que fosse.

 

Na quarta-feira, perdi a conta às vezes que bolçou/vomitou. Apesar de ele estar bem disposto, ter feito xixi e cocó o dia todo e não ter temperatura, estávamos perto da 1h da manhã quando achei que não podia ser normal. Que se lixe se acharem que sou maluquinha. Liguei para a saúde 24.

 

Fizeram-me algumas perguntas, e o resultado não foi animador: melhor ir às urgências pediatricas. Em menos de nada estávamos os três fora de casa, 1h18 da manhã, um frio de rachar, nevoeiro tão espesso que não se via mais de um metro à frente e uma mãe numa mistura de pânico por algo poder estar errado e culpa por tirar o menino de casa naquelas condições quando se calhar não era nada.

 

Contrariamente ao que eu esperava, a pediatra de serviço não desvalorizou, de todo, as minhas inquietações. O facto de o monstrinho ter bolçado e vomitado seis vezes enquanto lá estávamos contribuiu. Aprendi a distinguir o que é bolçar do que é vomitar. Aprendi o que é vómito em jacto, que para mim era apenas regurgitação.

 

Fizemos análise à urina para despistar infecção. Tudo OK.

Melhor tirar sangue para análises, disseram-nos, aproveitamos e deixamos já o cateter para o caso de ter que ficar a soro. Oi?! Como assim tirar sangue? Como assim um cateter? Como assim furar o meu menino?!

 

 

Não fui feita para ser mãe, não tenho estômago para isto.

 

 

Não confiava no enfermeiro das urgências, chamem-lhe implicância, sei lá, e por isso quando vi o enfermeiro D., que nos acompanhou no internamento pós-parto, chegar da maternidade, dei graças a todos os santinhos. Recomendaram-nos que saíssemos da sala, e assim fizemos. Cá fora, chorei até não poder mais, e quando nos mandaram entrar já estava (mais ou menos) recomposta. O meu menino estava calminho.

 

Os resultados não tardaram: tudo OK. Monstrinho apresentava-se bem disposto e sorridente, sem febre, a urinar e defecar normalmente... mas continuava com vómitos. A suspeita que restava era assustadora: estenose hipertrófica do piloro, e foi-nos sugerido que passássemos a noite em observação e de manhã cedo avançássemos com uma ecografia. Assim fizemos.

 

Não foi fácil. Forcei-me a não ir googlar o que significava essa doença de nome tão estranho, e foi o melhor que fiz. Ainda assim,  foi uma noite longa e preocupante. De manhã, depois do que me pareceram anos de espera, lá conseguimos fazer a eco: tudo normal, à excepção de bastante gás no estômago. Dois pediatras, a mesma opinião: pequeno monstrinho está bem. Poderá ser uma virose, poderá não ser nada. Tivemos alta com a recomendação de o fazer comer pequenas quantidades, manter a cabeça elevada face ao estômago e arrotar mais tempo no final. Passaram uns dias, e ele tem estado bem melhor.

 

 

Mas não ganhei para o susto. Que sensação de impotência horrível. Que aflição.

 

 

Nunca mais quero voltar aquele hospital, nunca mais quero ver o meu filho doente, nunca mais o quero ouvir chorar. Sou fraca e o meu coração não aguenta este tipo de tortura.

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Um bebé não é um boneco

por Mia, em 02.10.17

Parece uma constatação obvia, não é? Só que por algum motivo que desconheço, tenho que repetir isto todos os dias, várias vezes ao dia. Este fim de semana, mais um episódio engraçadíssimo: tinha convidado familiares para jantar, e apareceram pelas 18h. E ficaram até muito perto da meia noite*. E claro, nesse tempo todo, qualquer oportunidade é desculpa para pegar no menino, não posso desviar os olhos cinco segundos que já está no colo, um stress imenso. E não é só o colo: mesmo sabendo que o puto tem andado indisposto, que durante a semana tivemos que passar uma noite no hospital de vigilância por episódios de vómitos sucessivos - falarei disso depois - que tem mais é que ficar sossegadinho, vai de abanar a criança. Perco anos de vida nestes encontros familiares, sabeis lá vós. Resultado? Um domingo infernal, o puto a chorar até se engasgar como nunca tinha visto antes, só acalmava no colo e com embalo, tão pouco comum nele. Acho giríssimo virem aqui dar colo à criança, porque "os bebés não se estragam com mimos", e depois irem embora, sem perceber que quem sofre é ele. Sem terem noção que o meu filho tem quase 6kg e eu tenho problemas de coluna, e é fisicamente impossível para mim dar-lhe colo o dia todo. Sem notarem que, para elas terem 3 horas de diversão com o "brinquedo", ele vai chorar um dia inteiro. Escrevam o que vos digo que não vos costumo mentir: o mais difícil da maternidade é, sem sombra de dúvida, gerir todas as pessoas à nossa volta. Haja paciência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*e a falta de noção que é chegar tão cedo e sair tão tarde da casa de alguém que tem um bebé de dois meses!?

 

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Blogocenas

por Mia, em 02.10.17

A convite da Marta, na semana passada estive por aqui. Ide lá ver, que ela tem um blog catita!

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Nunca sei se levo comigo demasiadas coisas ou apenas as suficientes. Provavelmente, e considerando o peso, serão demasiadas.

 

Para começar, o saco. Temos dois: um que veio com os produtos da Bioderma, e um que compramos na Zara Home, que condiz também com a forra do ovo (compramos lá também). Uso ambos, dependendo da minha roupa: como na maioria das vezes não me dá jeito levar mala e saco das fraldas, acabo por levar os meus objectos pessoais no saco, então combino-o com a roupa que estou a usar. Mariquices, eu sei!

 

1.png

 

Sempre connosco, andam ainda:

Porta documentos da mesma coleção da Bioderma. Aqui levo o boletim de saúde e boletim de vacinas do bebé, cartão com o contacto da pediatra, caderninho e caneta onde vou apontando dúvidas para perguntar na próxima consulta, e receitas por aviar, se as tiver - neste momento anda comigo a receita para a vacina da meningite e para as doses seguintes da vacina da gastro. Os documentos pessoais do monstrinho (cartão de cidadão e cartão do seguro de saúde) andam na minha carteira.

 

Necessaire, igual à mala da Bioderma. Lá dentro vai:

  • Fraldas: levo sempre umas 6.
  • Toalhitas: por norma não uso, mas em cocós explosivos fora de casa não há remédio.
  • Compressas tecido não tecido.
  • Água lavante: tenho uma embalagem de amostra que vou repondo, o tamanho de viagem é perfeito para isto.
  • Creme barreira: não uso sempre, mas quando há um cocó mais violento ou está vermelhinho não pode falhar.
  • Creme hidratante: nem sei bem porque levo comigo, já que nunca uso fora de casa, mas pronto, anda sempre connosco uma embalagem das pequeninas.
  • Toalhitas mãos e cara.
  • Gel anti-bacteriano.
  • Um resguardo descartável: tenho vários resguardos de tecido, impermeáveis, bordados, etc., mas dependendo do sítio acho que às vezes um descartável dá mais jeito. Além disso, quando há "acidentes" nos outros resguardos este salva-nos sempre.
  • Soro: outra coisa que também nunca usei fora de casa, mas como pode dar jeito tenho 2 ou 3 embalagens das pequeninas.
  • Creme para mamilos: tinha um extra, versão de bolso, e atirei com ele para o saco das fraldas. Também nunca precisei fora de casa.
  • Discos de amamentação: levo dois, embalados individualmente, just in case.
  • Elástico para o cabelo: sabeis lá vós a falta que isto já me fez.

 

Uma mantinha.

Trocador de viagem: temos de tecido tipo toalha e impermeáveis. O impermeável é mais fácil de lavar, mas por outro lado o de tecido absorve o xixi e não o espalha por todo o lado. Nenhum é perfeito.

Saquinho com fraldas de pano: normalmente tenho duas ou três, e nunca são demasiadas.

Babygrow de manga comprida, babygrow de manga curta. Porque às vezes ele suja-se e está calor, outras está frio, na dúvida tenho um de cada. Se sair por um período de tempo mais longo, levo uma ou mais mudas de roupa adicionais, mas estes andam sempre connosco.

Body de manga curta, body de manga comprida, calcinhas. Se sair por muito tempo levo mais do que um body, adequado à temperatura desse dia.

Babetes: ultimamente ele começou a babar-se muito, fora as vezes que bolça depois de comer. Também nunca são demais.

Óculos de sol: monstrinho é sensível à luz.

Chapéu: levo, mas nunca usei, porque ele nunca andou ao sol, ou sem capota.

Casaco: inicialmente levava na mala um casaco de malha, agora levo um mais compostinho, cardado, porque cá por cima já faz muito frio.

Chupeta, e fita para chupeta: para as vezes que ele deixa cair a dele ao chão.

 

 

Tento levar, mas às vezes esqueço-me de repor:

Uma garrafa de água.

Um pacote de bolachas.

 

 

E vocês? O que levam para todo o lado?

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