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O que me choca mais é todo o rebanho que diz ámen com as baboseiras que este anormal debita...

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publicado às 12:16


19 comentários

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De nervosomiudinho.blogs.sapo.pt a 15.03.2017 às 13:33

Opá eu estou a tentar com todas as forças ignorar isso e está a ser difícil fugir. Sofro dos nervos e não me posso meter nisso. 
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De Mia a 15.03.2017 às 14:05

Compreendo...eu abri o face, comecei a ler comentários de um bando de tolas e fechei rápido com medo que a estupidez fosse contagiosa.
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De Refilona a 15.03.2017 às 20:40

Eu já tinha visto uma piada acerca de ter dito de que o cão é que o ensinou a ser pai, mas acho que a última é bem pior...se não dessem tanta importância talvez não saíssem tantas piadas destas. Ás vezes até penso, isto é a gozar. Só pode!
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De Mia a 16.03.2017 às 13:32

Se ele dissesse/escrevesse estas coisas a gozar só para ver a reação das pessoas subia IMENSO na minha consideração... só que acho que não. E choca-me MESMO que haja um bando de tolinhas que papam tudo o que ele diga, nem que seja a maior bacorada de sempre.
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De Refilona a 16.03.2017 às 14:28

é mesmo...:(
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De Margarida a 16.03.2017 às 12:08

Independentemente de concordar com ele ou não, acho que ele tem direito a opinião dele. Não ofendeu nem magoou ninguém e se aquelas são de facto as ideias dele, acho que não deve esconder o que sente só porque a sociedade diz que não é correcto ou bonito.
E bom, se há tanta gente a dizer amén, talvez pensem da mesma forma que ele. 
Não há, a meu ver, opiniões mais correctas ou mais validas do que outras, porque são mesmo isso opiniões e cada um tem a sua (como eu acabei de dar aqui a minha).
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De Mia a 16.03.2017 às 13:35

Sem dúvida, tem todo o direito a dar a opinião dele. Da mesma forma que eu tenho todo o direito de achar que a opinião dele é parva :)
O que me choca não é ele ser um tolinho e dar opiniões que eu considero absurdas, mas é precisamente haver esse grupo de pessoas que pensam como ele. Para mim é assustador ver a legião de tolinhas que papam tudo o que ele diz e não param 2 segundos para pensar se isso fará ou não algum tipo de sentido.
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De Alexandra a 28.03.2017 às 16:45

Concordo com a Margarida. É tão bonito alegarmos a liberdade de expressão mas depois confundimos todo um conjunto de conceitos no processo... Ele disse o que sente e pensa, há pessoas que sentem e pensam como ele. A Mia sente e pensa de maneira diferente e é também livre de o dizer. Mas ao contrário do que o Gustavo fez, a Mia não precisa de chamar "tolinhas" às pessoas que pensam de forma diferente da sua nem dizer que as suas opiniões são "absurdas" e que "não fazem sentido". Somos todos diferentes e é preciso respeitar o outro exactamente como gostamos de ser respeitados.
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De Mia a 28.03.2017 às 17:02

Ora, mas não me recordo de ter alegado liberdade de expressão em qualquer parte da minha resposta, logo eu que acho que a liberdade de expressão deveria ter certos limites.  O que disse foi que ele tem direito à opinião dele, como eu à minha.
Há aqui uma diferença fundamental entre mim e o Gustavo: ele é uma figura publica, que ganha a vida a dizer aos outros como devem viver. Eu sou uma ilustre anónima. Quem vive de ensinar os outros a viver, sujeita-se, inevitavelmente, a julgamentos de valor. É aquela coisa do "quem anda à chuva molha-se". Por outro lado, quem tem um blog pessoal sem qualquer pretensão a outra coisa - como eu - pode ter opiniões sobre tudo e mais um par de botas. Vai daí que eu acho que o Gustavo é um paspalho, e reservo-me o direito de o escrever no meu blog, se assim me apetecer.
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De Alexandra a 28.03.2017 às 16:48

E também não precisa de dizer que o Gustavo "é uma besta quadrada".
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De Mia a 28.03.2017 às 17:02

Precisar não preciso. Mas apetece-me. E essa é parte da beleza de se ter um blog: poder dizer o que me apetecer.
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De Alexandra a 28.03.2017 às 19:46

A Mia acha que a liberdade de expressão tem limites, mas e quais são eles? Pelo que entendo da sua resposta, a liberdade, para si, vai até onde o outros têm opinião diferente da sua. Já ofender quem a tem, para si, não constitui um limite. Acredito que bem lá no fundo, mesmo que não admita, a Mia gosta que a respeitem e não lhe chamem nomes apenas com base naquilo em que acredita. Eu respeito-a. Mas não concordo consigo. E sendo este um blog, ainda que pessoal, aberto ao público, eu reservo-me o direito de manifestar a minha opinião :)
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De Mia a 28.03.2017 às 22:28

Alexandra, não vou estar a debater os limites da liberdade de expressão consigo, tanto que nem vem ao caso, e claramente está com algumas dificuldades em interpretar as minhas respostas.

Aqui o ponto fulcral que acho que lhe está a escapar é o seguinte: o meu blog é... como hei de dizer? Meu. Logo, a MINHA liberdade aqui tem os limites que ME apetecer, era o que mais faltava alguém ditar o que posso ou não escrever no MEU blog. E hoje apetece-me escrever que o Gustavo Santos é um palerma. São coisas. Como em tempos disse esse grande life coach "ofensa sobre ofensa, vai fazer com que esta pessoa trabalhe a humildade e seguramente a aceitação que aquela pessoa tem uma visão diferente", ou seja, na volta ainda me agradecia o insulto. Pense nisso.

Já agora, sim, é o blog é aberto ao público, e recebo de bom grado os comentários que cá me vão deixando, ainda que nem todos digam ámen comigo (vá-se lá entender...). Mas não se iluda, isto aqui é mesmo uma ditadura, e os seus direitos vão até onde me apetecer.
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De Alexandra a 28.03.2017 às 23:19

A mim parece-me que, também à Mia, lhe está a escapar o cerne e a intenção dos meus comentários. Não estou a dizer-lhe (longe de mim, quem sou eu?) o que deve ou não escrever no seu blog. Manifestei a minha opinião num "sítio" público e com esse propósito, como já tão bem esclarecemos que é um direito que assiste a todos, com a mera intenção de questionar: numa discussão de pontos de vista, porquê ofender? Em que é que a ofensa enriquece os seus argumentos ou faz da sua opinião melhor ou mais certa que outra qualquer?
Claro que tem razão naquilo que alega, todos podemos dizer e fazer o que nos apetecer. Mas nem sempre é o mais correcto.
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De Mia a 29.03.2017 às 10:59

Quando me diz que devo abster-me de manifestar a minha opinião de uma forma negativa, está sim a "impor-me" um limite.
Não tente ver para além do que está escrito, o meu comentário "ofensivo" não pretende enriquecer qualquer argumentação, tampouco tenho interesse em argumentar gostos. Manifestei a minha opinião, da forma que me apeteceu, usando os termos que me apeteceu utilizar. Apenas e só.
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De pam a 29.03.2017 às 14:30

"Quando me diz que devo abster-me de manifestar a minha opinião de uma forma negativa, está sim a "impor-me" um limite." Quando, minha querida Mia, é que eu em algum momento disse que devia abster-se de manifestar a sua opinião negativa? Devemos SEMPRE manifestar a nossa opinião, positiva ou negativa, a favor ou contra. A essência de todo o meu discurso refere-se unicamente ao recurso das OFENSAS ("besta quadrada", "tolinhas", etc.) - leu as minhas questões? E, recordo-lhe, foi a Mia quem primeiramente falou em limites ("logo eu que acho que a liberdade de expressão deveria ter certos limites"), não fui eu.
Um bem haja, porque quando não os conseguimos vencer nem nos queremos juntar a eles, devemos saber que a luta deixou de valer a pena :)
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De Mia a 29.03.2017 às 14:48

Patrícia/Alexandra: há aqui uma diferença entre escrever "manifestar a minha opinião de uma forma negativa" ou "manifestar a sua opinião negativa". A primeira refere-se à forma como manifesto a minha opinião, no caso recorrendo a termos que a Patrícia (ou Alexandra, fico confusa) condena. A segunda refere-se à opinião propriamente dita, e creio que nesse ponto nunca discordamos de que cada um tem direito à sua, verdade?

Eu referi limites, como parte de um comentário. Há de reparar que nunca em qualquer das minhas respostas elaborei sobre esse assunto ou me predispus a discuti-lo consigo, porque não me parece que tenha algo a ver para esta conversa.
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De Claudia a 24.03.2017 às 09:29

Foi bom pra rir. Idiota!
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De Mia a 27.03.2017 às 13:22

Mesmo!

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