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É um assunto sobre o qual não tenho uma opinião muito firme. Não mostro a cara do meu filho nas redes sociais - apesar de as ter privadas e nunca adicionar desconhecidos - não por não concordar com isso, mas porque o pai não quer. E o filho é dos dois, portanto respeito.

 

Postei, salvo erro, três fotografias do miúdo com a cara visível. Uma quando nasceu, porque sejamos realistas, os bebés quando nascem são todos mais ou menos iguais e havia um batalhão de gente curiosa por ver o menino, porque não? Outra no Natal. Porque era Natal, porque eu fazia anos, porque me apeteceu. E por último no dia do pai, postei uma foto do monstrinho com o pai porque achei que seria uma homenagem bonita e a foto tinha 6 meses, já nem parece ele.

 

Publico regularmente as aventuras do meu pequeno pinguim, mas sempre com a cara oculta, no entanto é um tema que me intriga. Fará sentido este tipo de protecção? Não discuto aqui a exposição absurda a que algumas crianças são sujeitas (ninguém precisa de ver a criança no banho, a chorar, em biquíni. Nem a criança deve, a meu ver, ser utilizada para publicitar marcas/produtos). Falo de uma coisa mais simples. Haverá assim tanto mal se, num aniversário, houver uma fotografia de grupo e o meu filho lá estiver? Não expomos as nossas crianças diariamente só por saímos de casa? Pergunto porque quero, genuinamente, saber a resposta.

Na minha opinião que, como disse, é pouco firme, aplica-se a regra do bom senso. Não acho que seja dramático mostrar os filhos a um mundo restrito desde que não se publiquem situações embaraçosas, detalhes sobre hábitos e localização da criança, e, obviamente, autorizado por ambos os pais. A partir do momento que a criança tenha opiniões, é imprescindível tê-las em consideração, como é óbvio - a nossa vaidade pelos nossos filhos não pode nunca sobrepor-se ao seu bem estar.

E vocês? O que pensam deste assunto?

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E o que me apraz dizer é... é piada?! Não basta a música ser hedionda, não conseguiram encontrar uma moçoila que não desafinasse?

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Não condeno quem viva de um blog, não contesto que façam publicidade. A diferença está entre dizer: recebi esta mala em casa e adorei, ou a marca X convidou-me a experimentar o produto Y e é a ultima maravilha do universo, ou, por outro lado, eh pa descobri agora que toda a minha família é intolerante à lactose, mas por sorte a mimosa lançou este leite sem lactose que é top - e depois escrever em letrinhas pequeninas que o post é patrocinado, ou nem escrever, who cares. É a diferença entre o leitor saber, à cabeça, que está a ler um post publicitário, ou tentar indromina-lo com uma ladainha inventada com o único propósito de vender. É a diferença entre respeito, e a falta dele.

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Aproveito que já vou com delay sobre a história do juiz e da violência doméstica, para vos contar uma conversa à qual assisti, estava eu gravidíssima, na fila do Lidl. Pois que a menina da caixa e a senhora que estava a ser atendida falavam alegremente, entre risinhos, de qualquer coisa como isto:
- pois, ele se lhe bateu é porque ela fez alguma.
- claro! eu também acho, ninguém bate sem motivo.
- é o que eu digo, se ele lhe assentou, assentou bem
- ela de certeza que mereceu, eu também acho, se levou, é porque fez por isso.


Mulheres. A ser cabras para outras mulheres desde... sempre.

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Gostei, partilhei

por Mia, em 03.11.17

Coincidências do catano. No dia em que postei isto, um colega de faculdade partilhou isto no facebook. Eu identifiquei-me tanto, que achei que devia partilhar também convosco.

 

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Sentido de oportunidade

por Mia, em 20.10.17

Já vão no quarto dia seguido a limpar bermas. Está ali uma coisa bonita de se ver, trabalham com afinco, o dia todo, e já quase não se vêem ervas em quase lado nenhum. Em quase lado nenhum, excepto nos escoamentos, esses, claro, estão agora cheios de lixo. É bom, acho que sim, agora que o verão parece (finalmente) ter terminado e começaram as chuvas, parece-me uma excelente altura para limpar mato e entupir saídas de água. Quanto tempo até começar agora o drama das inundações?

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Já agora

por Mia, em 18.10.17

Tenho, aqui nas traseiras de minha casa, um terreno ao abandono. É privado e não é explorado para nada. Tem apenas mato, ervas daninhas, eucaliptos e bichezas variadas. Além de ser uma nojeira - todas as semanas tiramos ratos dos skimmers da piscina - cresce a olhos vistos e já por diversas vezes tivemos que aparar as ervas que insistem em passar para o nosso lado do muro. Se alguém chega ali um fósforo, vamos ter um problema grande, já pensei nisto muitas vezes, e cada vez mais se torna urgente fazer alguma coisa. A minha pergunta é: o que podemos fazer, considerando que nem sabemos a quem pertence, e não me parece que o dono esteja minimamente importado? Alguém sabe?

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Ontem acordei com o som dos corta-relvas a limpar todas as bermas de estrada aqui das redondezas.

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Não concordo.

 

 

Sou muito a favor da causa animal, nem vocês imaginam o papel que isso desempenha na minha vida. Mas animais são animais, e não pessoas. Enerva-me esta mania de humanizar os animais. Querem tratar os vossos bichos como pessoas? Pois tratem, no conforto do vosso lar, nada contra.

 

Não compraria roupa numa loja onde houvesse pêlos pelo ar - vi em Itália pessoas com os cães pelas lojas e achei no-jen-to. Já me basta a lanugem dos meus, não estou com a mínima vontade de levar com o pêlo dos outros. Além disso, nem todos os animais têm educação ou autocontrole suficiente para não se aliviarem em público. E vacinas? Desparasitações? Doenças em geral? Ficariam surpreendidos com a quantidade de pessoas que não vacina, desparasita ou regista os seis animais. Quanto tempo acham que levará a termos infestações de pulgas como nunca antes vistas?

 

 

E depois há as pessoas.

Nem toda a gente pode estar em sítios com animais. Há quem tenha alergias, há quem tenha medo, há quem tenha verdadeiras fobias e há quem simplesmente não aprecie. Ah, mas não é obrigatório todos os estabelecimentos permitirem, e quem estiver mal pode sempre não ir. Pois com certeza. Como quase tudo na vida: quem não está bem, muda-se. O que não faz com que deixar animais entrar num restaurante ou numa loja de roupa seja mais adequado.

Juízo nessa cabeça.

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O que me choca mesmo é o ministério público ter aberto o processo, quando nenhum dos plagiados ou representantes dos mesmos se queixou. Estavam a ter um dia calmo e sem mais nada para fazer, e lembraram-se: olha, vamos chatear o Tony. Foi isso?

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Pedrógão Grande

por Mia, em 19.06.17

Não é muito habitual verem-me a falar dos flagelos da humanidade no blog. Não que me passe ao lado, longe disso. Não que não queira saber. Mas sinto, na maioria das vezes, ou não sei o suficiente sobre o assunto, ou que já tudo foi dito e não tenho nada de válido a acrescentar.

 

 

Ah, porque tu só falas de temas sérios, e de forma extremamente calma e ponderada - dirão alguns enquanto reviram os olhos.

Nada disso. Mas há assuntos que são, efectivamente, graves. E como tal não devem, a meu ver, ser abordados em tom de brincadeira.

 

 

Desde sábado à noite que me custa respirar - mais do que o habitual. Esta tragédia abalou-me como nenhuma outra alguma vez o fez. Tirou-me o sono, deu-me pesadelos, pos-me num estado depressivo sem explicação. Não consigo sequer imaginar o horror que aquelas pessoas terão passado, nem o inferno dos que ficaram.

Faltam-me as palavras, e sinto que qualquer outro tema que aqui aborde é demasiado pequenino. Também eu tenho as minhas teorias sobre o estado da nação e o quão evitável poderia ter sido este desfecho, mas não me parece que seja o momento de apontar dedos.

 

 

É altura de chorar os mortos, curar os feridos e fazer o luto, por isso, este blog ficará em silêncio por um bocadinho.

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Ironia

por Mia, em 16.05.17

A mesma pessoa, momentos depois, perguntar-me a respeito de um possível tratamento para a doença crónica do seu animal de estimação. E a vontadinha de o mandar beber água do luso???

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Pérolas a porcos

por Mia, em 16.05.17

Tentar usar lógica com um anti-vaxxer que argumenta que as doenças não foram erradicadas pelas vacinas, mas sim pela água potável.

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La la blah.

por Mia, em 09.03.17

Fui ver o la la land no sábado. Bela merda.

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Eu e o meu mau feitio

por Mia, em 27.01.17

Sou só eu que acho que esta 'nova' Pipoca está forçada, exagerada, a tentar desesperadamente ser engraçada, ter piada, e recuperar algo que já não é há anos? (chama-se crescer, ninguém deveria ter vergonha disso)

Aparentemente sou.

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Nunca fui feminista

por Mia, em 23.01.17

Acho que a verdadeira igualdade não está em sermos vistas como diferentes, frágeis, coitadinhas. Muito menos em exigir tratamento especial. Também acho que, em algumas coisas, mulheres e homens são diferentes, e pedir igualdade é tão surreal como eu querer um unicórnio de estimação. Não concordo com tudo o que foi defendido na manifestação feminista, nem com todos os argumentos usados, mas, de uma forma geral, foi bonito pá!

 

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Clap clap clap, America

por Mia, em 09.11.16

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Adoro. A-doro.
Quem mais rimaria "escolhes" com "olhes" ou "tanto" com "instanto"??



Adoro, não sei se já disse.

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Na semana passada andei mais de 20 km e nem dei por ela. Em contrapartida fiquei a conhecer cada recanto de uma cidade nova.

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