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9 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.05.18

Nem sei por onde começar. Monstrinho está enorme, gordinho e bem disposto. Aos nove meses contamos com 9,5kg e 72cm de gente, e dores nas costas da família inteira.
É cada vez mais um menino e menos bebé. De repente, parece que lhe trocaram as pilhas e tem uma energia infinita. Não pára um segundo, só quer estar em pé, se o deitamos vira-se imediatamente de barriga para baixo e põe-se em posição de gatinhar - o que ainda não faz direito. Rasteja de marcha atrás, consegue virar-se para a direcção na qual se quer movimentar e mover-se à base do rastejanço até chegar onde quer. Começou a dar uns primeiros passos trapalhões e com ajuda, e agora quando está em pé abana o rabo para dançar, delicioso.
Continua a comer bem e dormir em condições, ainda que os dentes e uma pequena constipação nos tenham dado algumas noites menos tranquilas. Falando em dentes: tem meio dentinho à frente, está o ratolas mais fofo.
Palra imenso, nada com grande sentido ou significado. Ouve-nos muito atento quando falamos com ele, e gosta de alguns sons em particular, como por exemplo roncar como um porquinho - cortesia da palhaça da mãe. Bate palminhas com ajuda, bate com os brinquedos para fazer som, adora fazer "truz truz" na porta. Tem um fascínio por espelhos. Se escondemos algum brinquedo, vai à procura. Se pomos uma mão à frente de algo que quer, desvia-a. Agarra objectos mais pequenos com o indicador e polegar, numa pinça atrapalhada, e o esforço que coloca nisso é hilariante de ver. Descobriu o poder da birra como forma de conseguir o que quer, muito giro - só que não.
Com a chegada do bom tempo, brincamos muito no jardim e na rua. Temos uma manta que vai connosco para todo o lado e ele delicia-se a rebolar/gatinhar pela relva. Adora água, e se o levamos para junto da piscina não descansa até ter os pés e mãos lá dentro. Fomos fazer uma escapadinha a três a um sítio com piscina interior e estreamos a bóia para bebés - foi a loucura. Os guinchinhos histéricos e riso constantes mostraram-nos que adorou a liberdade de movimentos, e nós adoramos vê-lo assim.
A grande novidade veio no fim dos 8 meses: o começo da creche. Hei de detalhar mais o assunto, mas para já está a correr muito bem, ainda não tivemos uma lágrima que fosse (dele), fica bem com a educadora e ela diz que ele até a ajuda com os outros meninos porque senta-se sossegadinho a brincar e eles seguem-lhe o exemplo. Acredito que conviver com meninos da idade dele, com outros adultos, e seguir um plano de actividades pensadas para o estimular da melhor forma vai ser maravilhoso para ele. Meu pequeno monstrinho, tão crescido. Já vos disse hoje que o tempo passa demasiado depressa?!

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Músicas psicadélicas, adultos vestidos de criança, letras tão profundas como "taça chaleira colher colherão prato fundo prato raso garfinho faca de pão saleiro açucareiro batedeira panela de pressão". Que loucura é esta?!

 

O meu filho vê filmes da Disney. Salvo seja, para já vê apenas músicas de filmes da Disney. Pior! Dos antigos. E quando começar a prestar atenção para ver filmes inteiros (e eu tiver voto na matéria), são esses mesmos que verá, aqueles que têm frases completas, vocabulário rico, histórias com conteúdo e que não parecem feitos para crianças com algum tipo de atraso mental.

 

Nesta minha (ainda breve) incursão pelo mundo dos desenhos animados, começo a perder a esperança na humanidade. Em que momento começamos a estupidificar as nossas crianças? Quando é que isso começou a ser normal?

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8 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.04.18

Oito meses que passaram a voar. Antes de ele completar nove estarei já a trabalhar, e se por um lado anseio por esta nova experiência que vai ser a entrada na creche, por outro a ideia deixa-me petrificada.

 

Pequeno monstrinho está enorme e super activo. De um momento para o outro, parece que lhe trocaram as pilhas por umas novas e não pára um segundo. Já tem uma rotina mais ou menos certa: acorda pelas 9h, dorme uma sesta ao fim da manhã, almoça, brinca, dorme um pouco de tarde, lancha, brinca mais um pouco, dorme 30 min antes do jantar, janta, fica um bocadinho connosco e depois dorme até ao dia seguinte. Ah, pelo meio há banhos e essas coisas. Passa bastante tempo acordado durante o dia, chega a estar 3h seguidas.

Na maior parte dos dias, não exige muita atenção. Compramos-lhe um parque e ele fica sossegado a brincar lá durante imenso tempo, ninguém o ouve piar. Descobriu que se consegue por em pé e há momentos em que não quer mais nada e quando tentamos que se sente estica os joelhos e recusa.

Não tem medo de nada. Atira-se, rebola, trepa pelas coisas. Deita a mão aos gatos, cães, vai ao colo de qualquer pessoa. Ri-se muito e gargalha com facilidade. Adora fazer "aviãozinho" e ver pessoas aos saltos é gargalhada certa.

Começou a ter pesadelos e volta e meia chora de noite - nada que um miminho não resolva. Ganhou imenso cabelo e até já lhe fiz uma mini crista um dia destes, pobre criança. Volta e meia já anda na cadeirinha de menino crescido quando vamos a qualquer lado.

Experimentou peixe pela primeira vez e, como tudo aquilo que mete à boca, adorou. Continua a trincar tudo e a babar-se imenso, mas não há sinal de dentes. Está gordinho e bochechudo. Agarra tudo o que apanha à frente, é um perigo. Aprendeu o não, mas ainda estamos a aperfeiçoar a coisa.

Brinca muito, e começa a abanar os brinquedos e bater com uns nos outros para fazer sons. Quando atira alguma coisa ao chão, fica a olhar para onde caiu muito atento.

Dá muitos beijinhos (daquela forma tosca que parece que nos vai comer a cara) e abracinhos. A última habilidade que andamos a treinar: eu peço-lhe a chupeta a ver se ele dá - às vezes dá, outras manda-me dar uma curva.

Bate palminhas (com ajuda) e se conseguir agarra as nossas mãos e bate também enquanto faz "eeeehhhhhh!!!!!".

Continua a palrar imenso, mas nada em concreto. Diz o nome dele e há dias soltou um papapapapa que foi logo censurado: ou é mamã ou não é nada. Faz bolhinhas e barulhinhos com a língua, adorável especialmente quando está a comer. Falando em comer, tem o estômago furado. Não quer nunca deixar de comer, nunca encontrei o fim do estômago desta criança. Come, come, come, e no fim ainda chora porque comeria mais. Confesso que às vezes me custa não lhe dar segunda dose, parece que o estou a deixar à fome, mas não pode mesmo ser senão o puto ainda rebenta!

Dizem que não há nada que nos relembre mais a passagem do tempo do que uma criança, e isso é das maiores verdades que ouvi. Meu pequeno monstrinho, oito meses.

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Que levantem o braço todas as mães que perdem o sono à noite com a ideia de começar a dar sólidos aos filhos.

 

 

 

Ninguém? Sou só eu? Haveis de ter muitos amigos.

 

 

 

Pois bem, este post é para mães paranóicas dedicadas como eu, atentai na minha última aquisição:

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Isto é nada mais nada menos do que uma espécie de chupeta onde se coloca comida e depois a criança vai trincando e sai tudo pelos milhentos orifícios. Ah mas isso não é bom porque blá blá blá... caguei. Vou-vos explicar o que sucedeu cá em casa. Este brinquedinho chegou, lavei, coloquei um pedaço de pêra e dei ao puto. Agarrou-se a ele como se não comesse há três semanas, a trincar furiosamente. Quando tentei tirar, prendeu com as gengivas e não me deixava, e quando finalmente consegui armou um berreiro tal que parecia que o estava a espancar. E pronto, está ali entretido a fazer uma bodeguice de todo o tamanho - baba, muita baba - mas aparentemente feliz da vida.

 

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Nem vou falar do facto de 90% da minha casa ter sido mobilada lá (quartos, sala, cozinha, casas de banho... esqueçam, 99%). Mas não vamos por aí. Vou falar das coisas que comprei para o monstrinho lá.

 

Começamos pela banheira, que o pai foi buscar no primeiro dia em casa depois do fiasco da shantala. Inicialmente usávamos em cima do berço, quando ele começou a fazer muitas ondas (literalmente) passou para dentro da nossa banheira. Leve, simples, fácil de limpar. Foram 5,99€ muito bem gastos.

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Cadeira da papa. Em casa usamos esta, mas para passeios a casa de familiares compramos uma Antilop. O plano inicial era ter comprado um assento portátil do género deste:

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Mas quando começamos com as sopas achei que ele ainda não tinha estabilidade para isso. Compramos a cadeira mais básica do Ikea, desmonta-se com muita facilidade e andamos com ela para todo o lado.

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O redutor da cadeira. A nossa cadeira de casa era um bocado larga para ele, e costumávamos colocar uma manta a fazer volume. Quando vi este no Ikea nem hesitei, ainda por cima é giro e diz com a decoração! Temos dois, um para casa e um para andar no carro para usar com a cadeira de viagem ou em restaurantes que não tenham redutor - todos.

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Caixas de vidro. Primeiro, não se encontram caixas de vidro a este preço em lado nenhum. Depois, são maravilhosas. Uso para levar as sopas do monstrinho. Por serem de vidro, podem ir ao microondas sem remorsos. O fecho hermético e com molas não deixa que a sopa entorne. São maravilhosas, não sei se já disse.

 

0240558_PE380200_S3.JPGCopos empilháveis. Neste momento são o brinquedo preferido dele. Obviamente não os sabe empilhar, mas a brincadeira do momento é: eu coloco-os dentro uns dos outros e ele vai tirando, um a um. Também come o preto constantemente, mas como o pessoal do Ikea pensa em tudo, esse mais pequeno tem um furinho para impedir que a criança sufoque.

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Estes gatinhos também fazem sucesso cá em casa:

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Babetes (aqui, aqui e aqui). A de braços foi fundamental para as primeiras sopas - e cheira-me que a vou resgatar quando começarmos os sólidos. As impermeáveis são um must have, acaba de comer e vai para debaixo da torneira, às vezes até para a máquina da loiça, e está pronta para outra. As outras uso aos magotes para controlar o rio de baba que lhe sai permanentemente da boca.

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Esta almofada, que fica a matar no quarto dele e uso no trocador para apoiar a cabeça quando está deitado. A necessidade surgiu quando o monstrinho começou a ter episódios de vómito sucessivos. Aconselharam-nos a manter a cabeça um pouco elevada quando o deitamos, e esta foi a solução para a muda da fralda. A almofada é super macia e mais importante do que isso: lavável.

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Outras coisas que não estou a encontrar no site mas também me foram bastante úteis: lençóis e resguardos para a cama de grades. Ikea, estás no nosso coração.

 

 

 

 

 

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Vamos tapar tomadas, tornando-as menos apelativas a crianças. Como? Com ursinhos, claro!

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A coisa começou quando eu meti na cabeça que o ovo só podia ser utilizado até aos 9kg - é até aos 13kg - e entrei em pânico porque o puto tinha já 8kg e uns trocos. Começamos a pesquisar à bruta e entramos nesse maravilhoso mundo que é o das cadeiras para automóvel.

 

A minha primeira dúvida era: compro uma que dê até aos 18kg (4 anos), ou uma evolutiva que dê até aos 12 e fica o assunto arrumado? Questionei a pediatra que me disse que, na opinião dela, "as que dão para muita coisa não são muito boas em nada". Fora de questão.

 

Já aqui vos falei do meu arrependimento na escolha do carrinho, e não queria repetir os mesmos erros, por isso, e após pesquisa aprofundada, comparação de testes de segurança, preços e afins, a dúvida ficou entre estas duas:

 

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AxissFix - Bebé Confort / Sirona - Cybex

 

Ambas com rotação 360º para poupar as costinhas dos pais e com excelente reclinação para conforto dos miúdos. Ambas de qualidade e segurança reconhecida, embora a Sirona tenha uma pontuação ligeiramente melhor ao nível da segurança. Experimentamos ambas em loja e adoramos, e estávamos ainda a debater (a Sirona era a vontade, a AxissFix era mais barata) quando batemos num ligeirinho pormenor: isofix.

 

Ambas as duas são instaladas no carro com isofix. Sucede que um dos nossos carros - o meu - não tem. É certo que andamos maioritariamente no dele (maior, mais recente, mais seguro) e a expectativa é que aquele que ande com o miúdo leve esse carro, mas... e se precisassemos de usar o outro? Iríamos ficar sem hipótese de transportar o miúdo?

 

Fomos então em busca de opções sem isofix, e deixem que vos diga: a oferta é vergonhosa. Não há quase nada, as poucas cadeiras que encontramos eram básicas e a escolha resumia-se a duas ou três. Consideramos uma cadeirinha da Chicco - minha marca do coração - mas lemos em vários sítios que a nível de segurança não era de todo a melhor opção, e então acabamos por avançar para a Opal, da Bebé Confort.

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Relativamente fácil de montar - ainda que seja com cintos - preço simpático, aparentemente segura e confortável. Veio com um redutor que arrumamos logo porque era para recém-nascido. Três grandes desvantagens: não roda a 360º, só pode circular no sentido oposto à marcha até aos 13kg (o aconselhado é 18kg), e tem pouca reclinação. Da primeira vez que o miúdo adormeceu na cadeira entrei em stress porque a cabeça pendia-lhe para a frente, por estar pouco reclinada.

 

Não me convenceu.

 

É claro que, não havendo alternativa para usar no meu carro, terá que servir. No entanto acabamos por decidir comprar outra para o carro "de família", e avançamos então para a Sirona, com isofix. Fico mais descansada de saber que o meu filho fará a maioria das viagens de carro numa cadeira supostamente mais segura e aparentemente mais confortável. Ainda não experimentamos no carro (está a caminho), mas já tínhamos experimentado em loja e gostado bastante. Espero não me arrepender.

 

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O que é uma pena, digo-vos já, mas pronto, acho que é serviço público por isso cá vai: nas lojas Continente, zona das fraldas, há uns pacotinhos de amostra que podeis levar para experimentar as fraldas da marca deles. Não sei se é recente, eu só reparei na semana passada e achei uma excelente iniciativa. Nunca me passou pela cabeça comprar fraldas de marca branca - nem sou muito snob nas marcas, mas com isto sei lá - mas como me foi dada a oportunidade de experimentar, trouxe. E fiquei agradavelmente surpreendida. Trouxe o tamanho 3 apesar de o monstrinho já estar a transitar para o 4, porque não havia esse. Achei as fraldas de boa qualidade e surpreendentemente absorventes. Fica a dica!

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publicado às 07:00

Meu rico filho

por Mia, em 28.03.18

A brincar no parque, rebola para o lado e fica deitado de barriga para baixo - o prato do dia agora. Observo em silêncio. Durante uns bons minutos tenta levantar-se fazendo força nos braços. Olha à volta e apercebe-se da minha presença. Continua a tentar levantar-se mas agora com som, fazendo pequenos gemidos para mostrar que se está a esforçar. Continuo a assistir em silêncio. Olha para mim enquanto franze as sobrancelhas e diz: ma!

 

Agarrei-o e estrafeguei-o de beijos.

 

Os invejosos vão dizer que não é nada, mas para mim isto é o primeiro mamã.

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Maternity hacks #1

por Mia, em 28.03.18

Sacos de congelação.

 

Vão por mim que não vos engano - sacos de congelação são os melhores amigos de uma mãe:

- no saco das fraldas, para por a roupa suja - aprendi com ela.

- no saco da natação para levar para casa as coisas molhadas. O Ikea tem tamanhos enormes com fecho, perfeitos para isto.

- no dia a dia, para embrulhar fraldas. Sabem aquelas fraldas mais mal cheirosas que empestam o quarto todo com um cheiro nauseabundo? Eu não. Tiro a fralda, enfio num saco de congelação, dou um nó e deito no caixote. Sacos dos mais básicos, 50 e tal cêntimos no continente e faz-se a festa.

 

De nada.

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7 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.03.18

Caramba, eu sei que estou sempre a dizer o mesmo, mas para onde foi o tempo? Pequeno monstrinho está enorme e pesado. Já se senta bem sem suporte, ainda que volta e meia caia para o lado. O grande feito deste mês foi aprender a colocar a chupeta sozinho, o que nos tem valido noites inteiras de descanso - algumas, não todas. Compramos um parque e tem passado algum tempo lá a brincar. Entretém-se bem sozinho, mas já começa a ficar mais birrento e chatinho e a exigir a presença de pessoas. Às vezes é capaz de estar a brincar bem sozinho, mas se nos vê começa a choramingar por atenção - sabe muito! Tentamos introduzir as palminhas e o adeus, sem sucesso. Adora ver-nos a bater palmas e ri-se se o fizermos com as mãozinhas dele, mas não o faz sozinho. Também não diz adeus quando pedimos, mas volta e meia acena, só porque sim. Aprendeu a dançar com a cabeça, abana-se todo e ri-se. Não tem a mínima vontade de gatinhar. Já rebolar, é um fartote e a muda da fralda tornou-se toda uma aventura - rebola para um lado e para o outro tentando apanhar tudo o que estiver à volta dele. Começa a fazer algumas birras, e eu começo a ter necessidade de às vezes me afastar um pouco e respirar fundo - a brincar, já são 10 meses enfiada em casa e começo a dar mostras de cansaço. Tem dias melhores e piores, como nós, mas as segundas feiras são, também para ele, particularmente difíceis. O fim de semana é muito agitado, sempre com o pai por perto e a percorrer a família toda, e à segunda feira tem chorado histericamente ao fim do dia. Suponho que seja uma espécie de descarga emocional. Continua a ter um sorriso fácil, mas já o sinto mais desconfiado com estranhos. Faz os barulhinhos mais fofos e agora aprendeu a brincar com cuspe, adorável. Come muito bem, e se demoramos muito entre colheradas vai atrás da colher de boca aberta. Adora os gatos, ri-se assim que os vê e se conseguir alcança-los, puxa-lhes o pelo. Eles deixam, o que é giro de se ver, porque são animais que normalmente não dão confiança a ninguém. Já tem mais cabelo ainda que continue a ser pouco. Continua gorducho. Temos ido à natação e sinto que está mais à vontade dentro de água, principalmente com água na cara. Estamos a menos de dois meses de começar a creche e, apesar de ainda me custar a ideia, sinto que o meu bebé é cada vez mais um menino e vai estar preparado quando chegar o momento.

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6 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.02.18

MEIO ANO. Que loucura, parece que foi ontem.

 

Pequeno monstrinho é um bebé feliz. Não há outra forma de o descrever. Sempre risonho, sempre bem disposto. Sorri para estranhos, sorri ao acordar, gargalha com a maior facilidade. É um gosto conviver com esta criança.

Continua a ser um bebé muito calmo e tranquilo. Faz as suas sestas durante o dia e dorme bem à noite. Vamos tentar mudá-lo de quarto hoje, e ver como corre. Já praticamente não mama. Iniciou a alimentação diversificada, e adora tudo o que come, seja sopa - sem sal, blhéc - fruta, papa ou iogurte. Agora que já sabe engolir direitinho, come num instante e sem fazer grande chavascal. A mãe e o pai agradecem. Descobriu que os gatos existem e é o delírio quando os vê: abana braços e pernas e faz barulhinhos. Falando em barulhinhos, não se cala! Está sempre a palrar, nada com sentido, claro, mas tem piada vê-lo a explorar os sons que consegue fazer. Descobriu que tem pés e agora estão sempre na boca. Se tiver sapatos, não descansa enquanto não os tirar e puser os pés na boca. Aliás, tudo o que agarra vai directo para a boca. Não há nem sinal de dentes, por enquanto. Teve a primeira virose aos cinco meses e meio: uma pequena constipação que curou em poucos dias, nada de grave. Senta-se muito bem com apoio, e mais ou menos sem - volta e meia ainda cai. Faz força para se sentar sozinho, tem cada vez menos paciência para estar deitado, e adora por-se de pê. Quando em pé, começa a dar uns passinhos, mas tentamos não incentivar isso porque ainda não tem força suficiente nas pernas. Adora o banho e já brinca com a sua baleiazinha quando vai para a banheira. Tenta dar beijinhos, mas é tão desajeitado que acaba, invariavelmente, por nos comer a cara. Agarra tudo, brinca imenso, carrega em botões, roda as pecinhas de rodar, puxa as alavancas que são de puxar. Está sempre atento a tudo, se estivermos na rua parece um catavento, sempre a querer apanhar tudo o que passa à volta dele. Se estivermos num sítio com pessoas a passar, sorri para cada uma delas. Começa a reclamar quando lhe tiram os brinquedos ou quando não lhe dão o que quer. Quando tem fome, reclama entre colheradas de sopa. Já olha quando o chamamos, apesar de não responder a um nome em específico - mea culpa, chamo-lhe mil coisas diferentes. Se me esconder e depois aparecer, gargalha todas as vezes - dantes se me escondia ele passava a dar atenção a outra coisa qualquer. O homem diz que nos saiu o jackpot, e eu concordo, é um bebé mesmo bom, nem acredito que tem meio ano!

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5 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.01.18

Está cada dia mais menino e menos bebé. Continua sorridente e bem disposto, distribui sorrisos por toda a gente, seja quem vê todos os dias ou um desconhecido que lhe fale no meio da rua. Palra imenso, e começa a experimentar com a voz: gritinhos, guinchos, sons diferentes. Dá muitas gargalhadinhas, e tem imensas cócegas. Adora o pai e desfaz-se em sorrisos para ele. Já não mama em exclusivo - conversa para outro post - e tem uma paixão pelo biberão: agarra-o com as duas mãos e já o sabe meter na boca. Começou a querer sentar-se e já se aguenta bastante bem sozinho ou a segurar-se com as mãos à frente. Brinca imenso! Bate e puxa os brinquedos suspensos, agarra os que estão à sua volta e abana-os para fazerem barulho. Tenta alcançar quando lhe damos alguma coisa, apesar de nem sempre conseguir. Transfere objectos de uma mão para a outra e tenta comer TUDO. Morde imenso os brinquedos e as pessoas, mas não acha piada aos mordedores. Estando deitado, faz força para se sentar, apesar de ainda precisar de uma pequena ajuda. Também tenta por-se de pé, e se apanha uma superfície dura debaixo dos pés, começa a dar passinhos, um apressado! Dar banho agora é uma aventura: chapinha imenso com as mãos e os pés, e fica tudo molhado. No Natal delirou com os presentes: rasgávamos um bocadinho de papel e dávamos-lhe o resto e, com alguma ajuda, desembrulhou as prendas todas. O preferido do momento é este andador - apesar de ainda não o usar para andar, adora mexer nos botões todos. Já ajuda na hora de mudar da fralda e trocar de roupa: segura nos pezinhos para eu lhe limpar o rabiosque, e estica os bracinhos para vestir as camisolas. Deixou de achar piada a rebolar, e agora quando o deitamos só quer levantar as perninhas e abanar braços e pernas. De barriga para baixo, rasteja para trás que é uma maravilha, meu pequeno caranguejo! Adora ver-se ao espelho. Aprendeu recentemente a baloiçar e é um perigo tê-lo no colo agora. Agora que estamos os dois em casa (o pai de licença e eu de férias), passamos largos momentos os três no mimo. Ele explora as nossas caras com as mãozinhas e tenta agarrar-nos os olhos, o nariz, a boca, os cabelos... uma doçura! Não teve - até ver - regressão de sono, e começa a ter cada vez mais horários e rotinas. Há tempos diziam-me que os miúdos só tinham piada a partir dos 3 anos, e não podia discordar mais: cada dia com este bebé é único e maravilhoso.

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4 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.12.17

Não me canso de repetir este cliché: o tempo passa a voar. Se por um lado parece que ele sempre fez parte da minha vida, por outro sinto que está tudo a acontecer tão rápido que é assustador.

 

Pequeno monstrinho de monstrinho não tem nada. Continua a ser um bebé adorável, e não é por ser meu, mas juro que nunca vi bebé assim: sempre a sorrir. Está quase sempre bem disposto, e agora além de sorrir "em mute" também começa a dar pequenas gargalhadas cada vez mais frequentemente - parece um bonequinho daqueles que chiam quando se apertam. Adora que lhe deitem a língua de fora e façam barulho, e ultimamente ri-se às gargalhadas quando o pai lhe fala "baleiês" ou quando dançamos em frente ao espelho. Começou neste último mês a agarrar objectos, e às vezes a levá-los à boca. Se lhe estendemos um brinquedo, vai instintivamente buscá-lo com a mão direita. Se lhe coloco algum objecto na mão esquerda fica confuso, mas passa-lhe rápido. Se colocar um brinquedo em cada mão, bloqueia, coitadinho, acho que é demasiada informação ao mesmo tempo. Adora a sua girafa, é sem sombra de dúvida o preferido cá em casa. Também já aprendeu que se bater nos brinquedos suspensos eles fazem barulho, e por isso vai sempre lá com as mãozinhas. Com os pés ainda não consegue, só com uma ajudinha nossa - ri-se imenso se lhe brincarmos com os pés. Ganhou cócegas: vestir é uma alegria agora, porque basta tocar-lhe no pescoço ou debaixo dos braços para se desmanchar a rir. Outra animação ao vestir é o facto de ter começado a dar à perna. Está sempre a "correr" com os pezinhos no ar. Quando está deitado, começa a tentar fazer força para se sentar, e se lhe dermos os dedos ele agarra-os com as mãozinhas e iça-se até ficar quase sentado. Quando o levantamos, tenta sempre por-se em pé, e se o segurarmos aguenta-se bastante tempo. Tem uma obsessão por vermelho - raça do puto ainda vai ser do benfica. É imediatamente atraído para qualquer coisa vermelha que esteja no seu raio de visão, e consegue ficar largos minutos a fixá-la. Adora a pequena sereia - talvez pelo cabelo vermelho? - e se pusermos a música a tocar é certinho que vai ficar caladinho. Começou a ser mais chatinho para comer - aborrece-se a meio e choraminga, afasta a mama, chega mesmo a fazer birras. É um pouco stressante porque às vezes tenho medo que não coma o suficiente. Continua a dormir a noite inteira, mas faz cada vez menos sestas durante o dia - várias micro-sestas de poucos minutos e uma ou duas "grandes" de meia hora, às vezes uma hora. Começa a reagir a caras que não conhece, a pessoas que falam muito alto e a muita gente de volta dele: chora e procura-me com os olhitos. Também começa a atirar-se na minha direcção quando quer colo. Gosto, mas tenho medo que se torne demasiado dependente de mim. Desde o início dos três meses que veste roupa de seis. Não pensem que digo isto com vaidade - aliás, nunca entendi as mães que se gabam de os filhos vestirem acima da idade. Gosto que ele esteja a crescer bem, claro, mas chateia-me que de repente roupa que mal usamos já não lhe sirva. Além disso, tenho roupa de 9 meses / 1 ano que lhe ofereceram e eu fui comprando a pensar na primavera/verão, e pelo andar da carruagem nunca vai ver a luz do dia. Continua a gostar do banho e torna-se cada vez mais difícil usar a banheira pequenina ou mesmo a shantala, no entanto ele ainda não se senta bem o suficiente para começarmos a usar a grande. Começa, por vezes, a reclamar nas viagens de carro. Para já resolvemos o problema com este brinquedo pendurado na almofada do banco - ele distrai-se com as luzes e a música - mas não sei durante quanto tempo vai funcionar. Também durante os passeios por vezes já se aborrece e pede colo. Andamos sempre com o marsúpio atrás, e por enquanto tem resolvido - desde que não fique muito tempo parada. Começamos a ter rotinas, mas nada de muito rígido - quando parece que a coisa entra em piloto automático, acontece sempre qualquer coisa que nos vem baralhar o esquema. Na última consulta deparamo-nos com uma situação que não é normal, e estamos a aguardar por exames para ter um diagnóstico mais acertado, por isso este novo mês está a começar de forma menos tranquila. Eu que estava ansiosa pelo que vem aí: as papas, começar a sentar, começar a interagir mais connosco, etc., agora só quero agarrar o presente e aproveitar o meu pequeno ao máximo.

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3 Meses depois: o bebé

por Mia, em 04.11.17

Está cada dia mais bonito e interage cada vez mais connosco. Tem um despertar muito bem disposto quando espontâneo, e gosta de gastar alguns minutos a espreguiçar-se e a fazer caretas. Depois brinda-nos com largos sorrisos. Aliás, ri-se muito e o tempo todo, é um bebé tremendamente bem disposto - não sei a quem sai. Por outro lado, odeia ser acordado, se acontece, fica rezingão o resto do dia. Aprendeu a agarrar coisas: os lençóis, as fraldas, a babete, a mama. Também começa a levar as coisas à boca, principalmente as suas próprias mãos, habilidade que nos trouxe uma nova tarefa: passar o dia a tirar cotão de todo o lado. Está tão comprido que não cabe deitado na banheira pequenina, e já fica com os pés de fora da espreguiçadeira. Continua a adorar o banho e agora choraminga quando o tiramos da banheira. Experimentou a shantala e gostou muito, mas é complicado para nós utilizá-la porque ele é gordinho e temos que lavar bem todas as dobrinhas. Por falar em gordinho: na ultima pesagem, aos 2 meses e meio, já somava 6,150kg. Dorme a noite inteira, desde as 23h/00h até às 7h/8h. Fixa muito o olhar nas pessoas e nos brinquedos, seguindo-os para todo o lado. Também está sempre muito atento aos sons. Gosta que lhe cantem e ri-se muito quando fazemos a bicicleta, lhe comemos os pezinhos ou fazemos caretas. Ri-se imenso quando lhe digo que o pé cheira a chulé, ou que o vou comer. Reconhece a voz da mãe e do pai e arrebita logo as orelhas se, estando com outra pessoa, nos ouve. Já começa a manifestar vontades e preferência por pessoas: se está no colo de outra pessoa e quer vir ao meu, começa a atirar-se na minha direcção e a choramingar (adoro, mas tento dar-lhe espaço quando está com outras pessoas, para não se tornar uma daquelas crianças que só está bem com a mãe). Tem muita força na cabeça mas pouco controlo, o que faz com que tenhamos que ter sempre mil cuidados para não levar uma cabeçada. Já deu algumas mini gargalhadas, mas ainda não o faz com frequência. Deu um salto de crescimento tão grande que já não sei o que lhe serve, o que está pequeno, e o que está grande. O tempo bipolar também não ajuda ao drama da roupa. Continua a adorar andar de carro, fica calminho e observador, e agora já não dorme o tempo todo. Também nos passeios já se mantém bastantes vezes acordado: observa tudo e sorri imenso quando falam com ele, mesmo que sejam desconhecidos. Já saímos mais vezes de casa, aliás, implementamos a rotina de jantar fora uma vez por semana. Adora tummy time, e já consegue rebolar estando de barriga para baixo para a posição de costas no chão. Creio que não entende muito bem o que se passa porque invariavelmente fica ali deitado de costas com ar meio confuso. Todos os dias ao fim da tarde estendo o ginásio no chão da sala e deitamo-nos os dois a brincar. Já começa a tentar chutar os brinquedos suspensos, e, estando deitado com apoio nas costas, faz esforço para se levantar - apesar de não conseguir. Às vezes, quando está de barriga para baixo, ergue o tronco com os braços e, com as pernas, tenta impulsionar-se para a frente - deve querer ir a algum lado. Está mais fiteiro para dormir, e pede muitas vezes colo quando tem sono, para adormecer passado um ou dois minutos. E nós damos, claro. Até há cerca de uma semana, continuava a bolçar imenso e a vomitar algumas vezes. Consultamos outro pediatra para segunda opinião e o veredicto é o mesmo: é um "bolçador", não é motivo para preocupação. Entretanto isso já acalmou, e voltamos ao registo "baba infinita" e bolinhas. Também faz barulhinhos com a língua e ri-se imenso - vai ser lindo quando começarmos com as sopas. Às vezes, durante o dia, faz sestas já na cama de bebé crescido. Entretém-se muito bem sozinho, desde que nos veja por perto. Continua a ser um bebé maravilhoso, somos tão incrivelmente sortudos e felizes que nem consigo acreditar.

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Newborn survival hacks

por Mia, em 11.10.17

Ou "as dicas que eu gostava que alguém me tivesse dado". Ideias, sugestões e outras coisitas que eu fui descobrindo e que me ajudaram nos primeiros dias com o bebé.

 

  1. Fraldas com indicador de humidade. Já falei disso aqui, esqueçam todas as outras, isto é o maior salva-vidas e dá um jeito tremendo, principalmente naqueles primeiros dias em que os bebés urinam duas gotinhas e uma pessoa sabe lá se as fraldas estão sujas ou não.

  2. Arranjar um cestinho com material para a muda da fralda e tê-lo sempre à mão. Não é preciso muito: fraldas, compressas, um resguardo e um frasquinho com água lavante. Em instantes muda-se uma fralda sem ter que ir ao trocador.

  3. Chupeta: esqueçam aqueles fundamentalismos que dizem que o bebé não deve usar chupeta. Lutei contra isso uma noite inteira e depois cedi: pequeno monstrinho usa chupeta e dorme calminho, sem choros. Além disso, diz que ajuda a reduzir o risco de morte súbita.

  4. Amamentar às escuras, ou na penumbra, de noite. Não falar com o bebé. Não fazer contacto visual. Naquela fase em que temos que o acordar para comer, ele come, arrota, muda-se a fralda e está a dormir novamente em menos de nada (quase sempre).

  5. Falando na alimentação nocturna: tirar o leite com a bomba e substituir uma das mamadas pelo biberão, idealmente dado pelo pai. Divisão de tarefas é uma coisa bonita, e a mãe precisa MUITO de dormir mais do que 2h seguidas. Mesmo que não seja o pai a dar: o biberão é imensamente mais rápido de dar do que a mama.

  6. Dormir com uma fraldinha de pano enrolada junto à cabeça: o bebé sente algum conforto e adormece rapidamente. Atenção: só de dia, sob vigilância, e com muito cuidado para não obstruir as vias respiratórias.

  7. Almofada de alfazema para as cólicas: a nossa é da Erva Ursa, e tem ajudado imenso. As instruções dizem para aquecer 30 segundos mas eu acho muito quente para um bebé. Aqueço 18 segundos (sim, assim tão específico) e coloco na barriguinha. No melhor cenário passado um bocado temos uma fralda suja, no pior ele adormece. Nenhum dos dois é mau.

  8. Massagem aos pés para dormir: não funcionará com todos, mas no meu é tiro e queda!

  9. Banho à noite - e quando digo à noite é tipo 22h. Banho, maminha, xixi, cama. Por aqui dá direito a 4h de sono seguidinhas, quase sempre.

  10. Objecto de transição + música para dormir. Sei que ainda é cedo, mas de pequenino é que se torce o pepino. Controlamos muito pouca coisa com um bebé tão pequeno, mas esta não falha: na hora de dormir, aconchegamos o bóbi ao pé dele e ligamos a caixinha de música. Positivo: ele gosta de adormecer a apertar-nos o dedo, e começou a habituar-se a apertar o cão e adormecer assim, deixando-nos a mão livre para outras coisas, por exemplo fazer-lhe festinhas na cabeça; quando ouve aquela música, começa sempre a fechar os olhinhos. Atenção: brinquedos num bebé tão pequeno, sempre sob vigilância. Quando ele adormece, tiramos-lhe o cão.

  11. Chupetas da Avent: vêm com uma tampinha que dá um jeitão.

  12. Usar uma app para controlar os xixis, cocós, mamadas e sonos do bebé. Aqui usamos esta, que ainda tem a grande vantagem de poder ser partilhada por ambos os pais em telemóveis diferentes, apresentar dicas diárias, milestones de cada momento, e controle de peso, altura e perímetro cefálico.

 

 

E vocês? Partilhem comigo as vossas dicas de sobrevivência!

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publicado às 08:49

It's a mom thing

por Mia, em 09.10.17

Cá em casa temos uma regra no que toca às fraldas do monstrinho: cheirou, limpou!

Funcionaria muito bem, não fosse o facto de o olfacto supersónico que adquiri durante a gravidez, não só persistir como ainda me permitir cheirar um cocó antes de ele estar na fralda. Juro.

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Acabei de escutar a versão psicadélica do "olha a bola Manel", cantada pelo Avô Cantigas.

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Sono

por Mia, em 05.10.17

Estar a amamentar o bebé, na penumbra, e aperceber-me de que ele já não tem a mama na boca e dorme profundamente, sabe-se lá há quanto tempo.

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Lindamente, tem sido um excelente cesto para a roupa suja.

 

Agora a sério: não experimentamos. O primeiro banho foi no hospital, numa banheira tradicional, com a ajuda de uma enfermeira. Monstrinho chorou que meteu dó. Chorou ele, chorei eu, e a coisa foi de tal forma traumática que, chegados a casa, tremia só de pensar que seria necessário dar lhe banho novamente. Não vou mentir: ponderei criar o novo Cascão e não lhe dar banho nunca mais.

 

 

Cheios de medo, não estávamos dispostos a fazer mais experiências, por isso incumbi o pai da tarefa de ir ao ikea comprar uma banheira básica apenas para as primeiras vezes. Logo passaríamos à shantala quando estivéssemos mais à vontade. 

 

 

Passou se o primeiro banho, e o segundo, e o terceiro, e tantos que já lhes perdemos a conta. Bebé adora tomar banho, é um consolo ver. Colocávamos a banheira em cima da nossa cama e depois vestíamo-lo lá. A coisa correu bem, e estávamos quase no ponto de experimentar a shantala, mas por um motivo ou outro fomos adiando. Entretanto as nossas costas começaram a ressentir-se deste esquema de banhos. 

 

 

Pesquisei suportes de banheira que fossem compatíveis com a do ikea e não encontrei. Começamos a testar a hipótese de colocar a banheira em cima do banco e vesti-lo no trocador. O banho em si continuou a ser doloroso para a coluna, mas vestir já não era tão mau. E um belo dia, descobri a pólvora: a banheira do ikea encaixa na cama de grades!! Ma-ra-vi-lha. Acabaram se as dores nas costas, acabou se o tormento do banho. 

 

 

E a shantala, onde entra aqui, perguntam vocês? 

 

 

Pois que experimentar a shantala implica voltar às dores de costas, já que não temos suporte para o balde... Tenho alguma vergonha de dizer, mas acho que nos acobardamos!

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