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Nada temam.

por Mia, em 25.10.15

São pessoas que claramente mal nos conhecem. Se nos acompanhassem no dia a dia apostavam que não chegávamos ao fim do mês.

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Aparentemente há quem aposte que não ficamos juntos até a casa estar pronta, quanto mais até ao casamento.

 

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Podes chamar Constança, Carlota, Carminho, Caetana ou Concha à tua cria. Podes enfiar-lhe um colar e encher-lhe o braço de pulseiras para ela usar na praia (a sério, a miúda tem uns 3 anos, no máximo...) e vestir-lhe o fato de banho com mais folhos que encontrares. Podes tratá-la por você o tempo todo. Mas se continuares a cantar-lhe "eu só quero cuecas amarelas! cuecas amarelas! cuecas amarelas!" continuarás a ser um parolo.

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- De cada vez que vejo uma miúda subir para os ombros do namorado para "curtir" o concerto, ou ver melhor, ou lá que raio é, ocorre-me que seria imensamente feliz se tivesse ali à mão uma foice. Ou uma catana, tanto faz.

Newsflash: o mundo não começa e acaba no vosso umbigo, e há pessoas com menos de 2 metros atrás que também apreciavam ver o espectáculo. Agradecida.

 

 

- Tivesse eu boa pontaria, e juro que levava comigo um saquinho de pedrinhas. Depois era ver-me entretida a jogar um jogo que inventei na minha cabeça, parecido com aquele em que se atiram bolas a latas e se espera que elas caiam, só que em vez de latas eram telemóveis e em vez de bolas eram pedras, e podiam cair ou partir o ecrã, nunca se saberia qual o resultado, uma emoção, e como prémio conseguir-se-ia ver o palco, e não centenas de mãozinhas a segurar centenas de telemóveis. Não me quero gabar, mas tenho para mim que isto é uma ideia vencedora.

 

 

- O génio que inventou o selfie stick, devia levar com um pelo traseiro acima, todos os dias. Pior do que mil mãos com mil telemóveis, só a porra do pau que consegue levar a obstrução da visão a níveis muito mais elevados. E não me venham com a treta de que é útil e tira boas fotos e mais não sei o quê, é ridículo e patético, e se as pessoas pensassem minimamente nos outros, e já agora passassem mais tempo a viver do que a fotografar/filmar "momentos" e a alimentar egos do tamanho do mundo talvez este não fosse um lugar tão merdoso. Vai daí talvez não, eu sei lá.

 

 

- A quem teve a brilhante ideia de oferecer chapéus, orelhas, mãozinhas e outros que tal, que acrescentam altura a pessoas já de si altas, vai daqui um valente obrigada. É que ter um metro e sessenta nestas alturas já é espectacular, levar com um marmanjão de 1,80m à frente, com dois chapéus empilhados na tola e duas mãozinhas de espuma a acenar o tempo todo, é tudo o que uma pessoa quer. Colocar o palco a um metro do chão e os ecrãs a dois também ajuda imenso.

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Pára tudo!

por Mia, em 06.07.15

Então se calhar afinal vou antes construir uma casa de 2 milhões de euros. Peço um empréstimo, e depois se vir que não o consigo pagar digo que as coisas tem que ser feitas nos meus termos, consoante me dê jeito. Eu vou pagar, tá? Juro que sim, mas pago quando puder, cortando naquilo que ME for conveniente e que não apoquente muito o meu dia a dia, era o que mais faltava agora andar aí nas mãos de capitalistas! Chupistas, é o que eles são, um bando de chupistas! Ah mas eu assumi um compromisso e o banco precisa do dinheiro? Azarito, quem vier atrás que feche a porta, eu estou a dar uma lição de democracia ao mundo, a manter a minha dignidade, qual é o vosso problema?! Olhem, dividam isto bem divididinho por todos, cada um dá uns euritos, não custa nada a ninguém, e eu fico com a minha casinha paga. O que vos parece? Mas que mau feitio.

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Era uma vez uma jovem linda e esbelta que fazia tudo pela sua família. Estava sempre lá quando era preciso, fossem as horas que fossem, nem que tivesse outras 3000 coisas mais interessantes para fazer, se alguém precisava ela estava lá. Um dia um cabrão de um charlatão entrou na família, por via de ser o "namorado"* da mãe da jovem, e achou que giro, mesmo giro, era correr com filho da tal mãe, irmão mais novo da belíssima jovem, rapaz ainda dependente da mãe e com problemas seus q.b. A miúda, que não tem sangue de barata e sempre aprendeu a defender os seus mais do que a si própria, armou um escarcéu, chamou todos os nomes e mais alguns ao gajo e disse toda a merda que boa educação a tinha feito manter calada durante demasiado tempo. A família criticou-a, virou-lhe as costas, e agora são todos muito felizes - a família e o charlatão, entenda-se.

Fim.

 

 

*a razão destas aspas dava conteúdo para outra história. Lá chegaremos.

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publicado às 09:03

A sério. Se não fossem vocês, não tinha dado pelo vulcão que se alojou no meu queixo e que se vê da China. Obrigada. De coração.

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Há muito tempo atrás, corria o ano de dois mil e oito quando uma jovem criou o seu primeiro blog. Era uma espécie de diário online onde depositava todos os seus dramas e parvoíces. Estava a meio de uma depressão, com um esgotamento e com os problemas típicos de quem começa a deixar a adolescência para entrar na vida adulta, e a juntar à festa ainda tinha a mania de que sabia tudo e tinha sempre razão, imaginem o registo. Era um blog parvo-lamechas, a tal da jovem escrevia coisas muito estúpidas, e - pior! - tinha duas ou três dezenas de pessoas que por lá passavam religiosamente todos os dias e diziam ámen com toda a merda que ela debitava.

O seu primeiro blog era isso tudo, mas era muito mais: era genuíno. Era o único sitio onde podia ser ela mesma, sem reservas, sem medos, nua. E assim foi durante uns dois anos. Um dia, uma familiar próxima deu com ele e identificou-a imediatamente. Acto contínuo: copiou o link e enviou para todas as pessoas da sua família que tinham e-mail. E foi assim que, um belo dia, a tal jovem deprimida, fragilizada e com a vida a cair aos pedaços, viu ainda toda a sua intimidade exposta e ridicularizada, por uma pessoa que era suposto protegê-la.

Fim.

 

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E sim.

por Mia, em 13.01.15

Eu tenho noção do clichê que é ser a filha que não gosta do padrasto. Mas se vocês soubessem... se soubessem só um bocadinho...

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publicado às 23:24

Estava aqui a pensar se escrevia um texto enorme a discorrer sobre como amanhã tenciono abancar no Media Markt e partir aquela merda toda por causa de um cabrao de um crédito sem juros que lá fiz em parceria com aquela belíssima entidade bancária que é o Santander, e que me está a dar dores de cabeça há duas semanas - filhos de uma puta bêbada, se os apanho à frente vou-me a eles. Só o roaming que já gastei para resolver esta merda, nem vos digo nem vos conto. Acresce que, para além de serem incompetentes, desonestos e burros que nem calhaus, educação também não é uma cena que lhes assiste: ontem tive inclusivamente que perguntar ao filho da puta do gajo que me ligou se a mãezinha dele não lhe tinha ensinado que não se interrompe as pessoas quando estão a falar, e se me ia deixar terminar, caso contrário então eu ia à minha vidinha e ele falava para a parede.

Continuando, dizia eu que estava a considerar contar-vos a historinha toda, mas o facto é: who the fuck cares? Resumidamente, pessoas*, a sério, se estão a considerar meter-se numa merda destas, esqueçam lá isso. Conselho de amiga.

 

 

 


*se isto fosse um blogue fofo chamarvos-ia mulas ou assim, como não é, chamo-vos por aquilo que sois.

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publicado às 09:15

Coisas que me enojam*

por Mia, em 11.04.14

Aquele colega rebarbado que, apesar de ter mulher e filhos em casa, apanha-se sozinho em Amesterdão e vai às putas todas as noites. E se gaba na manhã seguinte.

 

* e olhem que eu não sou pessoa de se enojar com facilidade.

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