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11 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.07.18

Baby faz onze meses. ON-ZE-ME-SES.

 

* pausa para respirar fundo *

 

Está uma verdadeira esponja, aprende tudo o que lhe ensinamos: coreografias de músicas, fazer miminho, dançar o vira, fazer não com o dedinho, apontar para o que quer. Começou a comer connosco à mesa, no seu prato. No colégio dizem que come de colher, mas em casa vai mesmo com a mão. Continua muito simpático, ainda que tenha começado a mostrar alguma desconfiança perante desconhecidos. É um bebé muito musical: mal ouve música começa a abanar o rabo e/ou a cabeça, e a fazer gestos com a mão. Acena da forma mais fofa para dizer adeus. Faz muita companhia: anda de gatas atrás de nós pela casa toda, o tempo todo. Experimentou o triciclo e adora, apesar de ainda não se conseguir movimentar nele - fica só sentadinho a carregar nos botões musicais.
Põe-se de pé com facilidade, e anda muito bem agarrado à mobília, ao andador ou às pessoas, ainda que se farte rapidamente e volte a gatinhar. Brinca com objectos de encaixe com uma facilidade cada vez maior, e já enfia as argolas na pirâmide ou as formas da bola nos buraquinohs certos. Também abana objectos para fazer som, aperta os que chiam, roda os que são de rodar, põe e tira peças que são de encaixar - acho formidável a forma como as crianças percebem tão rapidamente para que serve um objecto.
Come cada vez mais as mesmas coisas que nós, e demonstra especial preferência por legumes - filho do pai dele. Tem um objecto de estimação: um garfo de plástico que leva para todo o lado, vá-se lá entender.
Reconhece cada vez mais as pessoas, notamos isso pela forma como sorri ao ver uma cara conhecida e imita gestos que associa a cada um - por exemplo, ao ver o meu avô põe imediatamente os braços no ar, gesto que ele faz recorrentemente.
Explora cada vez mais a birra como forma de fazer valer a sua vontade quando é contrariado, e é para nós um verdadeiro desafio manter a seriedade nessas alturas.

Não acredito que dentro de um mês faz um ano deste monstrinho que parece que nasceu ontem mas ao mesmo tempo parece ter estado sempre nas nossas vidas.

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Pequeno monstrinho aprendeu a dizer que não com a cabeça, quando não quer comer alguma coisa (ultimamente é a sobremesa). Não resultando, e se tentamos enfiar-lhe a fruta pela goela abaixo, começa a forçar o vómito. Não contente com a tentativa, ontem conseguiu mesmo e tomamos todos banho de sopa vomitada. Adorável.

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publicado às 08:30

É um assunto sobre o qual não tenho uma opinião muito firme. Não mostro a cara do meu filho nas redes sociais - apesar de as ter privadas e nunca adicionar desconhecidos - não por não concordar com isso, mas porque o pai não quer. E o filho é dos dois, portanto respeito.

 

Postei, salvo erro, três fotografias do miúdo com a cara visível. Uma quando nasceu, porque sejamos realistas, os bebés quando nascem são todos mais ou menos iguais e havia um batalhão de gente curiosa por ver o menino, porque não? Outra no Natal. Porque era Natal, porque eu fazia anos, porque me apeteceu. E por último no dia do pai, postei uma foto do monstrinho com o pai porque achei que seria uma homenagem bonita e a foto tinha 6 meses, já nem parece ele.

 

Publico regularmente as aventuras do meu pequeno pinguim, mas sempre com a cara oculta, no entanto é um tema que me intriga. Fará sentido este tipo de protecção? Não discuto aqui a exposição absurda a que algumas crianças são sujeitas (ninguém precisa de ver a criança no banho, a chorar, em biquíni. Nem a criança deve, a meu ver, ser utilizada para publicitar marcas/produtos). Falo de uma coisa mais simples. Haverá assim tanto mal se, num aniversário, houver uma fotografia de grupo e o meu filho lá estiver? Não expomos as nossas crianças diariamente só por saímos de casa? Pergunto porque quero, genuinamente, saber a resposta.

Na minha opinião que, como disse, é pouco firme, aplica-se a regra do bom senso. Não acho que seja dramático mostrar os filhos a um mundo restrito desde que não se publiquem situações embaraçosas, detalhes sobre hábitos e localização da criança, e, obviamente, autorizado por ambos os pais. A partir do momento que a criança tenha opiniões, é imprescindível tê-las em consideração, como é óbvio - a nossa vaidade pelos nossos filhos não pode nunca sobrepor-se ao seu bem estar.

E vocês? O que pensam deste assunto?

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Mas depois uma pessoa chega ao colégio e procura-o com os olhos, e aquele momento, aquele segundinho em que ele se apercebe que a mãe está ali, o brilhozinho nos olhos, o sorriso de orelha a orelha, o caminhar desajeitado para mim, eh pá isso é vida.

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10 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.06.18

É incrível como o tempo passa tão mais depressa cá fora. Parece que estive grávida mil anos e que ainda ontem estava, e afinal ele já está cá fora há mais tempo do que esteve lá dentro, como é possível?



Os nove meses trouxeram o início da creche, e um turbilhão de mudanças, é incrível como todos os dias têm alguma novidade. Também parece que lhe mudaram as pilhas, monstrinho ganhou uma energia inesgotável, e o meu cansaço cresce proporcionalmente ao entusiasmo dele.



Pequeno monstrinho gatinha a alta velocidade e por todo o lado. Atira os brinquedos, vai buscar, atira de novo, repete. Explora tudo e já não acha grande piada a estar no parque. Gatinha, pára, senta-se, bate palminhas, uma risota. Desde que aprendeu a gatinhar, passou a esforçar-se menos para andar. Põe-se em pé com facilidade e dá uns passitos, mas quando começa a cansar vai facilmente para a posição de gatas e pronto. Agarra tudo, tem especial apetência para aquilo que não pode mexer: fios, comandos, gavetas, electrodomésticos. Já fizemos o baby proofing da casa toda, e ainda assim volta e meia lá vai uma testa contra um móvel. É a vida.


Continuamos a explorar o mundo alimentar. Carne, peixe, gema de ovo, começaremos com a clara aos 10. Também a fruta foi liberalizada (com algumas excepções) e até ver marcha tudo menos abacate - quem o pode censurar? Mostrou alguma resistência à manga mas ultrapassamos. A grande surpresa foi a papaia que comeu como se nunca tivesse comido outra coisa na vida. Começamos a experimentar com texturas: arroz, batata cozida esmagada, peixe e frango cozido, vegetais - torce o nariz mas vai comendo. No colégio dão lhe pão para roer e eu deixo, apesar de em casa não ter muito esse hábito (principalmente por medo que se engasgue). Estou mais relaxada e menos fundamentalista no que toca a este assunto: volta e meia marcha uma bolacha Maria, e se tiver que comer fruta em boião uma ou outra vez, não morre ninguém.


Bate palminhas o tempo todo e a pedido. Quando está com sono e não quer dormir, começa com as palminhas também, às vezes mesmo com os olhos fechados. Faz os gestos d'a galinha põe o ovo, e das doidas andam as galinhas, é uma alegria. Mão morta mão morta vai bater àquela porta também é um hit cá de casa. Dança quando ouve música e sorri quando reconhece as suas favoritas. Aprendeu a apontar e anda sempre com o dedinho em riste. Se apanha um objecto com botões vai logo carregar em todos com o dedito esticado, e nos telemóveis e tablets tenta usar o touch - não sei como aprendeu porque em casa não costuma propriamente brincar com isso.

Já cá cantam dois dentinhos em baixo - um mais saído do que o outro - que felizmente não nos deram grandes chatices. Continua a adorar o banho e a piscina, é meio arraçado de peixe. É o bebé mais sociável que alguma vez vi: sorri e gargalha para toda a gente, atira-se para o colo de qualquer pessoa. Na natação, toooodas as mães andam com ele ao colo na piscina, e ele todo contentinho com isso. No colégio, vira-me as costas e salta de imediato para a educadora, pequeno ingrato.


Está tão crescido que andamos a vestir-lhe maioritariamente roupa de 12 meses, alguma 12/18, e vimo-nos forçados a baixar o berço para o nível do chão, o que trouxe um novo desafio às nossas costinhas. Dormir também tem sido giro, agora não pára quieto e dormir de barriga para cima é para esquecer. Torce-se todo, dorme de lado ou de barriga para baixo com o rabinho empinado, feito patinho. Cobertores, mantas, saquinhos e afins também são para esquecer, liberta-se de tudo. A meio da noite, se acorda, senta-se de imediato. Depois meio tolo com o sono não percebe que pode deitar-se novamente e ou adormece sentado - true story - ou choraminga para o irmos deitar.


Expandiu o vocabulário para "tatata", "dadada", "bababa" e não se cala um minuto. A coisa mais semelhante com uma palavra que vai dizendo é "tatáta", quando lhe tento ensinar "batata". Brinca imenso, sozinho ou acompanhado. No colégio encontro-o muitas vezes sentado a brincar com outros meninos, e até já o apanhei de mão dada com uma miúda! Montei um pequeno parque infantil no jardim, e apesar de o escorrega não ter tido o impacto esperado - adora escala-lo, no entanto - o baloiço foi um sucesso. Temos aproveitado o sol para brincar no jardim e é uma delícia de se ver. Morre de medo da relva e por isso não sai da manta que colocamos para ele brincar, e nós aproveitamos o sossego!


Começou a brincar com objectos de encaixe e já vai empilhando argolas e metendo objectos dentro e fora de caixas. Livros de bebé também são um grande hit cá por casa, folheia-os atentamente - mesmo que estejam de pernas para o ar, e também acha piada às revistas da mãe. Dá os melhores abraços, estica os bracinhos e atira-se para o nosso colo. Mais fofo do que isso: ri-se imenso com as minhas palhaçadas, o que me faz sentir hilariante mesmo que esteja só a fazer barulhinhos com a língua.


Já percebe muito bem o não, tenho um tom muito específico para quando vai fazer asneiras e mal o ouve para de imediato. Gosto disso. Aprendeu a birra e aplica frequentemente se lhe tirarmos um objecto que queira. Às vezes é complicado manter a firmeza e não ceder à tentação de lhe dar para o calar, mas vamos conseguindo manter a coerência.

 

E o primeiro aninho que já está aí quase à porta???

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Bebé foi ao infantário

por Mia, em 01.06.18

Começamos a medo, mas agora que já passou um mês acho que é seguro dizer que o início correu bem.

 

Inscrevemos o monstrinho numa IPSS, e por isso só podia começar terminando a minha licença. Assim, o pai meteu três dias de férias para fazermos a transição da forma mais suave possível.

 

O primeiro dia foi doloroso... para mim. Fomos os dois levá-lo de manhã. Uns dias antes tinha ido só eu e ele falar com a educadora e ambientá-lo tanto quanto possível, e no primeiro dia reconheceu-a de imediato. Ela chamou-o, ele atirou-se para os braços dela, virou-me as costas e não voltou a olhar. Não vou mentir, deixei cair uma pequena lágrima no caminho para o carro.

 

Nesse dia (e nos três seguintes), ficou apenas até ao almoço, e depois o pai foi buscá-lo. Estava cheia de medo mas não lhe notei tristeza, receio, saudade. Notei no fim de semana seguinte que nos procurava constantemente com os olhos, e isso fez-me ter medo da semana que se avizinhava.

 

Na segunda feira deixei-o, para o primeiro dia completo fora de casa. Não se atirou do meu colo para a educadora, mas sorriu-lhe, e eu fiquei mais descansada. Beijinho beijinho, despedidas curtas, e lá me fui embora. E desde então - excepção feita para os dias em que esteve mais doentinho - tem sido assim. Fica bem, socializa com os outros meninos, não chora.

 

Em termos de desenvolvimento observamos uma mudança drástica. Se quando começou apenas ameaçava gatinhar, em menos de uma semana gatinhava a toda a velocidade, punha-se em pé sozinho e dava passos mais rápidos e coordenados. Também começou a bater palmas, a acenar, a fazer as coreografias das músicas.

 

Com os outros meninos também tem sido óptimo, estava com algum medo da novidade que seria ter que dividir a atenção, mas tem corrido bem. Ao terceiro dia a educadora informou-me que uma menina lhe tinha puxado o cabelo - pânico instantâneo, pois se esta criança nunca levou uma palmada, um gesto mais bruto, nada, como se ia defender? Bateu-lhe de volta. Assim. Um dia hei de lhe ensinar que as coisas não se resolvem com violência, mas por enquanto acho bom que ele aprenda a defender-se, é a vida.

 

No reverso da medalha, aquelas coisas menos boas que toda a gente sabe: galos, turras e arranhões, nódoas negras variadas por andar a rastejar no chão e toda uma panóplia de vírus para o menino e para a mamã. Ainda assim, acho que tem sido uma boa experiência, no momento certo.

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Temos muita sorte

por Mia, em 31.05.18

É em dias como hoje - feios, cheios de germes, e mais desanimadores - que uma pessoa tem que parar para pensar na sorte que tem na maior parte do tempo.

 

Que sorte temos de o monstrinho ter ficado doente pela primeira vez "só" quase com 10 meses. Que sorte temos de ter a facilidade de ficar a trabalhar de casa (às vezes os dois) e não ter que o enfiar no infantário quando precisa de mimo, ou ser penalizados no salário por cuidar de um filho. Que sorte temos de ter uma família próxima e preocupada, sempre disposta a ajudar. Que sorte temos de poder levá-lo ao pediatra sempre que precisa, comprar-lhe medicamentos sem ter que fazer contas à vida. Que sorte temos de viver numa casa confortável onde ele tem todas as condições para recuperar da melhor forma. Que sorte temos com esta criança fantástica que, ainda que doente, continua a comer bem, a tentar sorrir, a dormir tranquilamente.

 

Há dias piores do que outros, nem sempre é fácil, mas mesmo no mal, é preciso saber reconhecer o que temos de bom. E eu estou grata, tão grata pela minha vida que quase me sinto mal de me queixar.

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Sobre esta merda das doenças

por Mia, em 30.05.18

Na passagem de ano, retomando uma tradição já antiga, fizemos algumas resoluções conjuntas. Nada de muito complicado, meia dúzia de objectivos escrevinhados numa lista das compras daquelas que colamos no frigorífico. Uma das resoluções era: fazer o monstrinho gargalhar todos os dias. E tem sido fácil de cumprir.

 

Ontem, pela primeira vez, falhamos. Não havia meio. Conseguimos um ou outro sorriso pálido, mas gargalhada nem vê-la. Foi a primeira vez em quase seis meses, e hoje parece-me que iremos pelo mesmo caminho. Tenho o coração tão apertadinho que tenho medo que se desfaça.

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Monstrinho começou a creche...

por Mia, em 30.05.18

...e desde então eu fiquei doente três vezes e ele duas, umas das quais uma virose macaca que não há meio de passar. Passamos a última noite a acordar de hora a hora para lhe vigiar a febre e tenho o coração do tamanho de uma ervilha anã. Isto agora vai ser assim para sempre?!

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publicado às 10:50

9 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.05.18

Nem sei por onde começar. Monstrinho está enorme, gordinho e bem disposto. Aos nove meses contamos com 9,5kg e 72cm de gente, e dores nas costas da família inteira.
É cada vez mais um menino e menos bebé. De repente, parece que lhe trocaram as pilhas e tem uma energia infinita. Não pára um segundo, só quer estar em pé, se o deitamos vira-se imediatamente de barriga para baixo e põe-se em posição de gatinhar - o que ainda não faz direito. Rasteja de marcha atrás, consegue virar-se para a direcção na qual se quer movimentar e mover-se à base do rastejanço até chegar onde quer. Começou a dar uns primeiros passos trapalhões e com ajuda, e agora quando está em pé abana o rabo para dançar, delicioso.
Continua a comer bem e dormir em condições, ainda que os dentes e uma pequena constipação nos tenham dado algumas noites menos tranquilas. Falando em dentes: tem meio dentinho à frente, está o ratolas mais fofo.
Palra imenso, nada com grande sentido ou significado. Ouve-nos muito atento quando falamos com ele, e gosta de alguns sons em particular, como por exemplo roncar como um porquinho - cortesia da palhaça da mãe. Bate palminhas com ajuda, bate com os brinquedos para fazer som, adora fazer "truz truz" na porta. Tem um fascínio por espelhos. Se escondemos algum brinquedo, vai à procura. Se pomos uma mão à frente de algo que quer, desvia-a. Agarra objectos mais pequenos com o indicador e polegar, numa pinça atrapalhada, e o esforço que coloca nisso é hilariante de ver. Descobriu o poder da birra como forma de conseguir o que quer, muito giro - só que não.
Com a chegada do bom tempo, brincamos muito no jardim e na rua. Temos uma manta que vai connosco para todo o lado e ele delicia-se a rebolar/gatinhar pela relva. Adora água, e se o levamos para junto da piscina não descansa até ter os pés e mãos lá dentro. Fomos fazer uma escapadinha a três a um sítio com piscina interior e estreamos a bóia para bebés - foi a loucura. Os guinchinhos histéricos e riso constantes mostraram-nos que adorou a liberdade de movimentos, e nós adoramos vê-lo assim.
A grande novidade veio no fim dos 8 meses: o começo da creche. Hei de detalhar mais o assunto, mas para já está a correr muito bem, ainda não tivemos uma lágrima que fosse (dele), fica bem com a educadora e ela diz que ele até a ajuda com os outros meninos porque senta-se sossegadinho a brincar e eles seguem-lhe o exemplo. Acredito que conviver com meninos da idade dele, com outros adultos, e seguir um plano de actividades pensadas para o estimular da melhor forma vai ser maravilhoso para ele. Meu pequeno monstrinho, tão crescido. Já vos disse hoje que o tempo passa demasiado depressa?!

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8 meses depois: o bebé

por Mia, em 04.04.18

Oito meses que passaram a voar. Antes de ele completar nove estarei já a trabalhar, e se por um lado anseio por esta nova experiência que vai ser a entrada na creche, por outro a ideia deixa-me petrificada.

 

Pequeno monstrinho está enorme e super activo. De um momento para o outro, parece que lhe trocaram as pilhas por umas novas e não pára um segundo. Já tem uma rotina mais ou menos certa: acorda pelas 9h, dorme uma sesta ao fim da manhã, almoça, brinca, dorme um pouco de tarde, lancha, brinca mais um pouco, dorme 30 min antes do jantar, janta, fica um bocadinho connosco e depois dorme até ao dia seguinte. Ah, pelo meio há banhos e essas coisas. Passa bastante tempo acordado durante o dia, chega a estar 3h seguidas.

Na maior parte dos dias, não exige muita atenção. Compramos-lhe um parque e ele fica sossegado a brincar lá durante imenso tempo, ninguém o ouve piar. Descobriu que se consegue por em pé e há momentos em que não quer mais nada e quando tentamos que se sente estica os joelhos e recusa.

Não tem medo de nada. Atira-se, rebola, trepa pelas coisas. Deita a mão aos gatos, cães, vai ao colo de qualquer pessoa. Ri-se muito e gargalha com facilidade. Adora fazer "aviãozinho" e ver pessoas aos saltos é gargalhada certa.

Começou a ter pesadelos e volta e meia chora de noite - nada que um miminho não resolva. Ganhou imenso cabelo e até já lhe fiz uma mini crista um dia destes, pobre criança. Volta e meia já anda na cadeirinha de menino crescido quando vamos a qualquer lado.

Experimentou peixe pela primeira vez e, como tudo aquilo que mete à boca, adorou. Continua a trincar tudo e a babar-se imenso, mas não há sinal de dentes. Está gordinho e bochechudo. Agarra tudo o que apanha à frente, é um perigo. Aprendeu o não, mas ainda estamos a aperfeiçoar a coisa.

Brinca muito, e começa a abanar os brinquedos e bater com uns nos outros para fazer sons. Quando atira alguma coisa ao chão, fica a olhar para onde caiu muito atento.

Dá muitos beijinhos (daquela forma tosca que parece que nos vai comer a cara) e abracinhos. A última habilidade que andamos a treinar: eu peço-lhe a chupeta a ver se ele dá - às vezes dá, outras manda-me dar uma curva.

Bate palminhas (com ajuda) e se conseguir agarra as nossas mãos e bate também enquanto faz "eeeehhhhhh!!!!!".

Continua a palrar imenso, mas nada em concreto. Diz o nome dele e há dias soltou um papapapapa que foi logo censurado: ou é mamã ou não é nada. Faz bolhinhas e barulhinhos com a língua, adorável especialmente quando está a comer. Falando em comer, tem o estômago furado. Não quer nunca deixar de comer, nunca encontrei o fim do estômago desta criança. Come, come, come, e no fim ainda chora porque comeria mais. Confesso que às vezes me custa não lhe dar segunda dose, parece que o estou a deixar à fome, mas não pode mesmo ser senão o puto ainda rebenta!

Dizem que não há nada que nos relembre mais a passagem do tempo do que uma criança, e isso é das maiores verdades que ouvi. Meu pequeno monstrinho, oito meses.

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Que levantem o braço todas as mães que perdem o sono à noite com a ideia de começar a dar sólidos aos filhos.

 

 

 

Ninguém? Sou só eu? Haveis de ter muitos amigos.

 

 

 

Pois bem, este post é para mães paranóicas dedicadas como eu, atentai na minha última aquisição:

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Isto é nada mais nada menos do que uma espécie de chupeta onde se coloca comida e depois a criança vai trincando e sai tudo pelos milhentos orifícios. Ah mas isso não é bom porque blá blá blá... caguei. Vou-vos explicar o que sucedeu cá em casa. Este brinquedinho chegou, lavei, coloquei um pedaço de pêra e dei ao puto. Agarrou-se a ele como se não comesse há três semanas, a trincar furiosamente. Quando tentei tirar, prendeu com as gengivas e não me deixava, e quando finalmente consegui armou um berreiro tal que parecia que o estava a espancar. E pronto, está ali entretido a fazer uma bodeguice de todo o tamanho - baba, muita baba - mas aparentemente feliz da vida.

 

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Nem vou falar do facto de 90% da minha casa ter sido mobilada lá (quartos, sala, cozinha, casas de banho... esqueçam, 99%). Mas não vamos por aí. Vou falar das coisas que comprei para o monstrinho lá.

 

Começamos pela banheira, que o pai foi buscar no primeiro dia em casa depois do fiasco da shantala. Inicialmente usávamos em cima do berço, quando ele começou a fazer muitas ondas (literalmente) passou para dentro da nossa banheira. Leve, simples, fácil de limpar. Foram 5,99€ muito bem gastos.

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Cadeira da papa. Em casa usamos esta, mas para passeios a casa de familiares compramos uma Antilop. O plano inicial era ter comprado um assento portátil do género deste:

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Mas quando começamos com as sopas achei que ele ainda não tinha estabilidade para isso. Compramos a cadeira mais básica do Ikea, desmonta-se com muita facilidade e andamos com ela para todo o lado.

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O redutor da cadeira. A nossa cadeira de casa era um bocado larga para ele, e costumávamos colocar uma manta a fazer volume. Quando vi este no Ikea nem hesitei, ainda por cima é giro e diz com a decoração! Temos dois, um para casa e um para andar no carro para usar com a cadeira de viagem ou em restaurantes que não tenham redutor - todos.

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Caixas de vidro. Primeiro, não se encontram caixas de vidro a este preço em lado nenhum. Depois, são maravilhosas. Uso para levar as sopas do monstrinho. Por serem de vidro, podem ir ao microondas sem remorsos. O fecho hermético e com molas não deixa que a sopa entorne. São maravilhosas, não sei se já disse.

 

0240558_PE380200_S3.JPGCopos empilháveis. Neste momento são o brinquedo preferido dele. Obviamente não os sabe empilhar, mas a brincadeira do momento é: eu coloco-os dentro uns dos outros e ele vai tirando, um a um. Também come o preto constantemente, mas como o pessoal do Ikea pensa em tudo, esse mais pequeno tem um furinho para impedir que a criança sufoque.

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Estes gatinhos também fazem sucesso cá em casa:

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Babetes (aqui, aqui e aqui). A de braços foi fundamental para as primeiras sopas - e cheira-me que a vou resgatar quando começarmos os sólidos. As impermeáveis são um must have, acaba de comer e vai para debaixo da torneira, às vezes até para a máquina da loiça, e está pronta para outra. As outras uso aos magotes para controlar o rio de baba que lhe sai permanentemente da boca.

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Esta almofada, que fica a matar no quarto dele e uso no trocador para apoiar a cabeça quando está deitado. A necessidade surgiu quando o monstrinho começou a ter episódios de vómito sucessivos. Aconselharam-nos a manter a cabeça um pouco elevada quando o deitamos, e esta foi a solução para a muda da fralda. A almofada é super macia e mais importante do que isso: lavável.

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Outras coisas que não estou a encontrar no site mas também me foram bastante úteis: lençóis e resguardos para a cama de grades. Ikea, estás no nosso coração.

 

 

 

 

 

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A coisa começou quando eu meti na cabeça que o ovo só podia ser utilizado até aos 9kg - é até aos 13kg - e entrei em pânico porque o puto tinha já 8kg e uns trocos. Começamos a pesquisar à bruta e entramos nesse maravilhoso mundo que é o das cadeiras para automóvel.

 

A minha primeira dúvida era: compro uma que dê até aos 18kg (4 anos), ou uma evolutiva que dê até aos 12 e fica o assunto arrumado? Questionei a pediatra que me disse que, na opinião dela, "as que dão para muita coisa não são muito boas em nada". Fora de questão.

 

Já aqui vos falei do meu arrependimento na escolha do carrinho, e não queria repetir os mesmos erros, por isso, e após pesquisa aprofundada, comparação de testes de segurança, preços e afins, a dúvida ficou entre estas duas:

 

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AxissFix - Bebé Confort / Sirona - Cybex

 

Ambas com rotação 360º para poupar as costinhas dos pais e com excelente reclinação para conforto dos miúdos. Ambas de qualidade e segurança reconhecida, embora a Sirona tenha uma pontuação ligeiramente melhor ao nível da segurança. Experimentamos ambas em loja e adoramos, e estávamos ainda a debater (a Sirona era a vontade, a AxissFix era mais barata) quando batemos num ligeirinho pormenor: isofix.

 

Ambas as duas são instaladas no carro com isofix. Sucede que um dos nossos carros - o meu - não tem. É certo que andamos maioritariamente no dele (maior, mais recente, mais seguro) e a expectativa é que aquele que ande com o miúdo leve esse carro, mas... e se precisassemos de usar o outro? Iríamos ficar sem hipótese de transportar o miúdo?

 

Fomos então em busca de opções sem isofix, e deixem que vos diga: a oferta é vergonhosa. Não há quase nada, as poucas cadeiras que encontramos eram básicas e a escolha resumia-se a duas ou três. Consideramos uma cadeirinha da Chicco - minha marca do coração - mas lemos em vários sítios que a nível de segurança não era de todo a melhor opção, e então acabamos por avançar para a Opal, da Bebé Confort.

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Relativamente fácil de montar - ainda que seja com cintos - preço simpático, aparentemente segura e confortável. Veio com um redutor que arrumamos logo porque era para recém-nascido. Três grandes desvantagens: não roda a 360º, só pode circular no sentido oposto à marcha até aos 13kg (o aconselhado é 18kg), e tem pouca reclinação. Da primeira vez que o miúdo adormeceu na cadeira entrei em stress porque a cabeça pendia-lhe para a frente, por estar pouco reclinada.

 

Não me convenceu.

 

É claro que, não havendo alternativa para usar no meu carro, terá que servir. No entanto acabamos por decidir comprar outra para o carro "de família", e avançamos então para a Sirona, com isofix. Fico mais descansada de saber que o meu filho fará a maioria das viagens de carro numa cadeira supostamente mais segura e aparentemente mais confortável. Ainda não experimentamos no carro (está a caminho), mas já tínhamos experimentado em loja e gostado bastante. Espero não me arrepender.

 

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O que é uma pena, digo-vos já, mas pronto, acho que é serviço público por isso cá vai: nas lojas Continente, zona das fraldas, há uns pacotinhos de amostra que podeis levar para experimentar as fraldas da marca deles. Não sei se é recente, eu só reparei na semana passada e achei uma excelente iniciativa. Nunca me passou pela cabeça comprar fraldas de marca branca - nem sou muito snob nas marcas, mas com isto sei lá - mas como me foi dada a oportunidade de experimentar, trouxe. E fiquei agradavelmente surpreendida. Trouxe o tamanho 3 apesar de o monstrinho já estar a transitar para o 4, porque não havia esse. Achei as fraldas de boa qualidade e surpreendentemente absorventes. Fica a dica!

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publicado às 07:00

Meu rico filho

por Mia, em 28.03.18

A brincar no parque, rebola para o lado e fica deitado de barriga para baixo - o prato do dia agora. Observo em silêncio. Durante uns bons minutos tenta levantar-se fazendo força nos braços. Olha à volta e apercebe-se da minha presença. Continua a tentar levantar-se mas agora com som, fazendo pequenos gemidos para mostrar que se está a esforçar. Continuo a assistir em silêncio. Olha para mim enquanto franze as sobrancelhas e diz: ma!

 

Agarrei-o e estrafeguei-o de beijos.

 

Os invejosos vão dizer que não é nada, mas para mim isto é o primeiro mamã.

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Maternity hacks #1

por Mia, em 28.03.18

Sacos de congelação.

 

Vão por mim que não vos engano - sacos de congelação são os melhores amigos de uma mãe:

- no saco das fraldas, para por a roupa suja - aprendi com ela.

- no saco da natação para levar para casa as coisas molhadas. O Ikea tem tamanhos enormes com fecho, perfeitos para isto.

- no dia a dia, para embrulhar fraldas. Sabem aquelas fraldas mais mal cheirosas que empestam o quarto todo com um cheiro nauseabundo? Eu não. Tiro a fralda, enfio num saco de congelação, dou um nó e deito no caixote. Sacos dos mais básicos, 50 e tal cêntimos no continente e faz-se a festa.

 

De nada.

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Já toda a gente tinha perdido a esperança. Estamos noivos desde 2015, unidos de facto há uma porrada de anos. Eu refiro-me a ele como o meu marido e ele diz que tem uma esposa. Concebemos uma criança em pecado. Algum dia tinha que ser, não é verdade? Ontem estava aqui a pensar no assunto e lembrei-me de perguntar:

 

- Olha. 28 de Setembro de 2019. Casamos?

- Não me parece mal.

 

E pronto, decidimos. Só nos vai levar quatro anos desde o noivado ao casamento, parece razoável. Aproveitamos e baptizamos o miúdo ao mesmo tempo e fica já tudo tratadinho. Agora vou esquecer este assunto até ao fim do verão, e depois logo se vê.

 

 

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Aprendeu o "não"

por Mia, em 16.03.18

Dizem os livros que os seis meses é a altura de introduzir o "não" na vida dos bebés. Tentei, mas não me ligava nenhuma, até à semana passada.

 

Sentado no meu colo, viu um tubo de creme de mãos e pegou nele. Levou à boca e eu disse "não". Firme, séria, enquanto abanava o dedo. Tirou o tubo da boca e olhou para mim. Repetiu, novo não. Tirou, olhou para mim, fez beicinho. Tentou de novo, mais uma vez "não". Desatou num pranto.

 

Assim.

 

Não lhe toquei, não lhe tirei o creme, mas disse-lhe que não podia fazer algo que queria. É claro que me partiu o coração vê-lo a chorar, mas senti que foi uma vitória. Dei-lhe um abracinho para o consolar, enquanto lhe dizia: podes brincar, mas não podes por na boca (sei lá se ele entende!).

 

Passadas algumas horas, sentados no trocador depois de mudar a fralda, tentou agarrar o creme das assaduras e por na boca. Novo não, novo beicinho, nova tentativa, novo não, choro, abraço - podes brincar, mas não podes por na boca.

 

Agora, sempre que vê um tubo de creme, pega e brinca, enquanto vai deitando o olho para ver a minha reação. Não mete à boca. Quando começa a aproximar da boca e eu faço cara séria, mesmo sem dizer que não, atira-se para me dar um abracinho e sorri. Quando está a fazer algo e eu digo que não, fica a olhar para mim, muito sério, e raramente continua.

 

Há quem seja da opinião de que é muito cedo, que a educação se dá mais tarde, que estou a ser ditadora. Eu acho que as crianças precisam tanto de regras e de estrutura como de amor e carinho, desde o primeiro momento. E vocês, acham o quê?

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Depende.

 

Há dias falaram-me do caso de uma pessoa que teve três filhos, e todos dormiram na cama dos pais até nascer o seguinte (fazem três anos de diferença), e o mais novo lá continua, já perto dos quatro anos.

 

Conheço quem tenha dormido com as crias até aos cinco anos, e quem as tenha recambiado para o quarto deles no fim do primeiro mês. Não concordo com nenhuma das abordagens, mas acho que cada família saberá o que é melhor para si.

 

Cá em casa tínhamos uma opinião firme em relação a partilhar a cama com o bebé: não. Acho que com o medo de o esmagar, de o sufocar, etc, não conseguiria descansar um minuto que fosse. Por outro lado, tenho a certeza que o facto de ter tido um bebé fácil ajudou muito a manter esta opinião. Quase que aposto um bracinho em como, se tivesse um bebé chorão e difícil de adormecer, dormiríamos onde e como calhasse.

 

Optamos pelo meio-termo, e acho que foi uma excelente opção, recomendo a todas as grávidas que me vão perguntando - Pessoal da chicco, se me estão a ler, já tratávamos aqui de uma parceriazinha *wink* *wink*

 

Por outro lado, tínhamos decidido que aos três meses o monstrinho iria para o seu quarto e, chegado o momento, essa ideia pareceu-me estapafúrdia. Foi aos seis, falei disso aqui, e foi a melhor coisa que fizemos. Não sabia, mas tinha imensas saudades do meu homem. Não, não estou a falar de sexo, que isso se houver disposição não precisa de ser impactado pelo facto de ter um bebé a dormir no quarto - mudem de divisão, pelamordedeus não forniquem em frente à criança! Estou a falar do nosso tempo a dois. Das nossas conversas na cama até adormecer. De nos abraçarmos sem medo de fazer o mínimo barulho e acordar a criança. Essas coisas tão pequenas que nos faziam tanta falta.

 

E vocês? O que pensam desta coisa do co-sleeping?

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